Frases

“Estar na Constituição [a regra de ouro] não é garantia de que seja respeitada. Aliás, há normas constitucionais que, pelos vistos, não têm sido respeitadas.”
(Teixeira dos Santos
Diário Económico, 7.11.13)

“Chegou o dia em que os juízes têm de dizer basta.”

(José Mouraz Lopes, pres. Assoc. Sindical de Juizes, Jornal de Negócios, 7.11.13)
 
“Milionários portugueses aumentaram 11% na pior recessão desde 1975.”
(Título do Diário de Notícias, 8.11.13)

“ A nossa avaliação é que pode muito bem ser esse o caso [Portugal pedir um segundo resgate] ou alguma linha [de financiamento] de contingência. O que nos daria uma visão positiva para o rating. Ou um segundo programa, o que também se vê, na verdade, como um fator positivo para o rating. Iria ajudar as autoridades para avançar com as suas reformas bastante ambiciosas.”
(Frank Gill, diretor da S&P
TSF, 8.11.13)

“O Governo não negoceia porque o seu propósito é outro: utilizar a troika para reforçar as suas capacidades políticas em Portugal. Somos um protetorado na medida em que é essa a ambição política de quem nos governa.”
(Pedro Adão e Silva
Expresso, 9.11.13)


“ A política orçamental é, em moeda única, o único instrumento disponível para intervir na atividade económica. Perdê-lo seria uma forma de alienar o que nos resta de soberania orçamental.”
(Manuela Ferreira Leite, ibidem)

“Já sabíamos que o Governo queria desmantelar o Estado Social (...) O que não sabíamos é que também convive bem com o desmantelamento do Estado Soberano.”
(Maria de Belém Roseira,
Correio da Manhã, 9.11.13)


“ As famílias que mais beneficiam das campanhas de recolha de alimentos são as de Belmiro de Azevedo e de Soares dos Santos.”
(Paulo Morais,
Correio da Manhã, 12.11.13)

“ A atividade solidária não necessita de ser taxada com IVA nem de intermediários que retêm a maioria do valor dos donativos, como é o caso dos hipermercados.”
(Idem, ibidem)

“Usar a expressão «arco da governabilidade» para representar a tríade PS-PSD-CDS é equivalente a proclamar um direito natural destes partidos a governar e a proclamar a não-naturalidade da participação de outros partidos no Governo.”
(José Vítor Malheiros,
Público, 12.11.13)