CP Carga

Privatizar a receita, deixando para o Estado a parte mais onerosa da CP Carga, é o que o Governo pretende, tal como sucedeu na Ponte 25 de Abril e no Metro do Porto, que a Fertagus e a Prometro exploram com material circulante comprado pelo erário público. A observação foi feita pela Fectrans/CGTP-IN, a propósito de notícias sobre a futura entrega dos terminais da CP Carga a outra entidade e sobre a separação do material circulante, em parte ou na totalidade, entregando a sua gestão a uma empresa de capitais públicos, que também ficaria com as composições do Metropolitano de Lisboa. Também a passagem da infraestrutura do Metro de Lisboa para a Refer demonstra que «para o Estado ficam os encargos, para os privados os lucros».



Mais artigos de: Breves Trabalhadores

Boulangerie

Já estão ao serviço os trabalhadores das três pastelarias Boulangerie de Paris, no Porto, informou o Sindicato da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte. A Maria Bolacha, de Braga – que no processo de insolvência adquiriu os estabelecimentos encerrados no final de...

Petrogal

Os descontos no salário de quem fez greve a 17, 18 e 19 de Setembro, na Petrogal, foram superiores ao valor de três dias, protestou o SITE Norte, reiterando uma denúncia que tinha já motivado, no dia 9, uma concentração na refinaria de Sines. O sindicato da Fiequimetal/CGTP-IN,...