Razia nos serviços públicos
Mais de quatro mil serviços públicos fecharam desde 2000 em Portugal, designadamente escolas, postos de correio, blocos de parto e extensões de centros de saúde.
Segundo dados recolhidos pela Agência Lusa (12.07), o distrito de Viseu perdeu um total de 480 serviços públicos, entre 443 escolas, 15 postos de correios, 11 extensões de saúde e 1 blocos de parto. Em breve deverá perder nove tribunais, no âmbito da reorganização do mapa judiciário.
Vila real perdeu 444 serviços: 381 escolas, 10 postos dos correios, 45 extensões de saúde, 1 bloco de parto a que se deverão somar seis tribunais.
Na lista seguem-se os distritos de Aveiro (com menos 348 serviços), de Lisboa (339), Bragança (302), Braga (297), Coimbra (281), Santarém (278), Guarda (267), Porto (266) e Leiria (229).
O distrito de Castelo Branco ficou privado de um total de 139 serviços públicos, dos quais 105 escolas, em Faro terminaram 128 serviços públicos, em Setúbal 106 e em Viana do Castelo 178. No Alentejo, Beja perdeu 78 serviços públicos, Évora 49 e Portalegre 39.
Nos Açores, Angra do Heroísmo perdeu 10 serviços, a Horta 19 e Ponta Delgada 16, não se conhecendo dados das escolas encerradas. Na Madeira encerraram 36 serviços, número que também não inclui as escolas.