Bibliografia

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Romances

Gaibéus (1939)

Marés (1941)

Avieiros (1942)

Fanga (1943)

Anúncio (1945)

Porto Manso (1946)

Horizonte Cerrado (1949)

Os Homens e as Sombras (1951)

Vindima de Sangue (1953)

Olhos de Água (1954)

A Barca dos Sete Lemes (1958)

Uma Fenda na Muralha (1959)

Cavalo Espantado (1960)

Barranco de Cegos (1961)

O Muro Branco (1966)

Os Reinegros (1972)

 

Teatro

Maria Emília (1945)

Forja (1948)

O Destino Morreu de Repente (1967)

Fronteira Fechada (1972)

 

Contos

Nasci Com Passaporte de Turista (1940)

Espólio (1943)

Comboio das Seis (1946)

Noite Esquecida (1959)

Constantino, Guardador de Vacas e de Sonhos (1962)

Histórias Afluentes (1963)

Três Contos de Dentes (1968)

 

Literatura infantil

Vida Mágica da Sementinha (1956)

A Flor Vai Ver o Mar (1968)

A Flor Vai Pescar Num Bote (1968)

Uma Flor Chamada Maria (1969)

Maria Flor Abre o Livro das Surpresas (1970)

 

Estudos

Glória - Uma Aldeia do Ribatejo (1938)

A França - Da Resistência à Renascença (1949)

Cancioneiro do Ribatejo (1950)

Ribatejo (Em Portugal Maravilhoso) (1952)

Romanceiro Geral do Povo Português (1964)

 

Conferência

Le Roman de Tage ( Edição da Union Française Universitaire - Paris ) (1946)

 

Nota - As datas mencionadas referem-se às primeiras edições



Mais artigos de: Em Foco

O património literário de Alves Redol

Alves Redol, nascido na sua Vila Franca de Xira há 100 anos, iniciou-se nas tarefas da escrita com um romance soberbo, romance que inaugura o nós no processo narrativo, estruturando, de modo fulgurante, o mais criativo, interventor e duradouro movimento literário do nosso século XX: o neo-realismo.

Grande escritor, companheiro de luta e camarada

O PCP tinha agendada para ontem, dia 6, na Casa da Imprensa, em Lisboa, uma sessão comemorativa do centenário do nascimento de Alves Redol, com a projecção de um filme sobre a sua vida e obra. A iniciativa incluía ainda uma intervenção – que a seguir se reproduz – de Jerónimo de Sousa, facultada ao Avante! de forma a poder ser incluída nesta edição, já fechada à hora da sessão.

Breve memória de Alves Redol

Conheci-o pessoalmente no ano de 1965. Eu tinha saído do Forte de Peniche e, por intermédio de Redol e de um outro camarada, Francisco Louro, fui trabalhar para uma agência de publicidade – Êxito – da qual o primeiro era director artístico e o...

Gaibéus

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