CDU lamenta quebra no investimento
Numa análise política sobre a prestação de contas de 2009 da Câmara de Vila Franca de Xira, a CDU salientou, em primeiro lugar, a quebra de receitas realizadas em cerca de menos de 16 milhões de euros em relação ao orçamento inicial, incluindo o saldo de gerência do ano transacto e menos 13,6 milhões em relação ao orçamento corrigido.
Situação que se deve, segundo os eleitos do PCP, à quebra de «receitas correntes em impostos indirectos na ordem dos três milhões, provenientes de licenciamentos e alvarás de construção», de «receitas de capital em venda de bens de investimento na ordem dos 7,5 milhões de euros», de «1,8 milhões de euros nas transferências de capital» e de 1,5 milhões de euros pela não utilização integral dos passivos financeiros previstos inicialmente».
«Estamos perante um conjunto de quebras que comprometem a realização de todos os objectivos propostos inicialmente pelo executivo», acusaram os comunistas, lembrando que agora «é necessário definir prioridades sobre os objectivos a que o executivo se propôs, em que alguns terão, obrigatoriamente, de sofrer cortes significativos, outros terão que ser adiados e outros que, por serem prioritários, terão que ser integralmente executados», nomeadamente a «conservação e construção de rede viária», a «eliminação de barreiras arquitectónicas» e a «construção de equipamentos públicos».
A CDU frisou ainda que o apoio da autarquia PS à aquisição de manuais escolares para o 1.º ciclo só sofreu uma execução de 33 por cento. «Não podemos deixar de referir que, certamente, este ano lectivo houve muitas famílias carenciadas que não usufruiram deste apoio justo à aquisição de manuais escolares», acentuaram os eleitos, lamentando, de igual forma, a redução do investimento com os idosos (só quatro por cento em relação ao orçamentado) e nas casas da juventude (44 por cento).
Situação que se deve, segundo os eleitos do PCP, à quebra de «receitas correntes em impostos indirectos na ordem dos três milhões, provenientes de licenciamentos e alvarás de construção», de «receitas de capital em venda de bens de investimento na ordem dos 7,5 milhões de euros», de «1,8 milhões de euros nas transferências de capital» e de 1,5 milhões de euros pela não utilização integral dos passivos financeiros previstos inicialmente».
«Estamos perante um conjunto de quebras que comprometem a realização de todos os objectivos propostos inicialmente pelo executivo», acusaram os comunistas, lembrando que agora «é necessário definir prioridades sobre os objectivos a que o executivo se propôs, em que alguns terão, obrigatoriamente, de sofrer cortes significativos, outros terão que ser adiados e outros que, por serem prioritários, terão que ser integralmente executados», nomeadamente a «conservação e construção de rede viária», a «eliminação de barreiras arquitectónicas» e a «construção de equipamentos públicos».
A CDU frisou ainda que o apoio da autarquia PS à aquisição de manuais escolares para o 1.º ciclo só sofreu uma execução de 33 por cento. «Não podemos deixar de referir que, certamente, este ano lectivo houve muitas famílias carenciadas que não usufruiram deste apoio justo à aquisição de manuais escolares», acentuaram os eleitos, lamentando, de igual forma, a redução do investimento com os idosos (só quatro por cento em relação ao orçamentado) e nas casas da juventude (44 por cento).