Solidariedade com o Sahara
A Comissão de Paz do Barreiro aproveitou a visita do Presidente da República ao distrito de Setúbal para lhe entregar, em mão, um apelo sobre a situação no Sahara Ocidental e, em particular, a violação dos direitos humanos nos territórios ocupados pelo reino do Marrocos.
«Os refugiados nos acampamentos vivem da ajuda internacional que é cada vez mais deficiente. As condições são precárias devido ao clima e à ausência de infraestruturas; não têm água, energia eléctrica, nem saneamento básico», alerta o documento entregue a Cavaco Silva, acrescentando: «Os que vivem nos territórios ocupados por Marrocos são discriminados, perseguidos, sequestrados, sujeitos a prisões arbitrárias e torturas».
No apelo, a Comissão pela Paz recorda que os saharauis são «historicamente, etnicamente e culturalmente independentes dos marroquinos» e apelaram aos portugueses «de boa vontade» que participem nas «acções de denúncia das violações dos direitos humanos praticados sobre o povo saharaui».
No passado fim-de-semana, os cerca de 800 delegados do 10.º Congresso Nacional de Professores de Portugal, reunidos em Montemor-o-Novo, aprovaram por unanimidade uma moção de solidariedade com a autodeterminação do Sahara Ocidental e os presos políticos em greve de fome em prisões marroquinas. Esta iniciativa contou com a presença de uma delegação da Central Sindical Saharaui.
No domingo, na manifestação popular que assinalou, em Lisboa, o 36.º aniversário da Revolução dos Cravos, esteve presente uma delegação saharaui, que testemunhou a solidariedade da CGTP.-IN, do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e de muitos portugueses. Na segunda-feira, a Intersindical promoveu, na sua sede, em Lisboa, uma sessão de solidariedade com os trabalhadores e o povo saharaui.
«Os refugiados nos acampamentos vivem da ajuda internacional que é cada vez mais deficiente. As condições são precárias devido ao clima e à ausência de infraestruturas; não têm água, energia eléctrica, nem saneamento básico», alerta o documento entregue a Cavaco Silva, acrescentando: «Os que vivem nos territórios ocupados por Marrocos são discriminados, perseguidos, sequestrados, sujeitos a prisões arbitrárias e torturas».
No apelo, a Comissão pela Paz recorda que os saharauis são «historicamente, etnicamente e culturalmente independentes dos marroquinos» e apelaram aos portugueses «de boa vontade» que participem nas «acções de denúncia das violações dos direitos humanos praticados sobre o povo saharaui».
No passado fim-de-semana, os cerca de 800 delegados do 10.º Congresso Nacional de Professores de Portugal, reunidos em Montemor-o-Novo, aprovaram por unanimidade uma moção de solidariedade com a autodeterminação do Sahara Ocidental e os presos políticos em greve de fome em prisões marroquinas. Esta iniciativa contou com a presença de uma delegação da Central Sindical Saharaui.
No domingo, na manifestação popular que assinalou, em Lisboa, o 36.º aniversário da Revolução dos Cravos, esteve presente uma delegação saharaui, que testemunhou a solidariedade da CGTP.-IN, do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e de muitos portugueses. Na segunda-feira, a Intersindical promoveu, na sua sede, em Lisboa, uma sessão de solidariedade com os trabalhadores e o povo saharaui.