Branqueamento da história
No âmbito das comemorações do 36.º aniversário da Revolução dos Cravos, a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) criticou, no sábado, numa escola de Almada, a forma como é divulgada a memória do 25 de Abril junto das novas gerações.
Em declarações à Lusa, Mário Araújo, dirigente da URAP, sustentou que, depois da «explosão de felicidade que foi o 25 de Abril», tem havido «um branqueamento da história a todos os níveis e não interessa que se saiba muito sobre o que aconteceu antes da Revolução».
Para o resistente antifascista, «por aqui se percebe a falta de liberdade que existe hoje. Por aqui se vê que a liberdade é cada vez mais um sonho que se vai desvanecendo».
Em declarações à Lusa, Mário Araújo, dirigente da URAP, sustentou que, depois da «explosão de felicidade que foi o 25 de Abril», tem havido «um branqueamento da história a todos os níveis e não interessa que se saiba muito sobre o que aconteceu antes da Revolução».
Para o resistente antifascista, «por aqui se percebe a falta de liberdade que existe hoje. Por aqui se vê que a liberdade é cada vez mais um sonho que se vai desvanecendo».