Pôr fim às políticas de exploração
Com o lema «Com a luta da juventude adiante, Évora vai avante!», realizou-se, no dia 11 de Abril, o X Encontro Regional da JCP, momento de grande alegria e combatividade, que contou com a presença de camaradas oriundos de Évora, Montemor-o-Novo e Arraiolos.
Durante os trabalhos, foram referenciados os vários problemas da juventude do distrito, consequência das políticas de direita levadas a cabo pelos sucessivos governos de direita, nomeadamente do PS. O desemprego e a precariedade laboral, os exames nacionais, o Estatuto do Aluno, o Processo de Bolonha, as propinas, o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, o encerramento de escolas e de centros de saúde, a falta de apoios às associações culturais, foram alguns dos problemas trazidos pelos jovens comunistas.
Neste encontro foi ainda eleita a Comissão Regional - composta por três jovens trabalhadores, dois estudantes do ensino superior e um estudante do ensino básico - que terá como tarefa fundamental dirigir o trabalho da JCP no distrito.
No seguimento desta importante iniciativa e no âmbito da preparação do 9.º Congresso, os jovens comunistas realizaram ainda a pintura de um mural, momento de «confronto» e de afirmação política com a GNR, que identificou todos aqueles que ali se encontravam e que queria confiscar todos os materiais (tintas, pincéis e um molde do 9.º Congresso).
«Após duas horas de discussão e mais um atentado aos direitos e liberdades, chegou um mandato de busca que permitia levar os nossos materiais, mas nesse momento dá-se mais uma chamada telefónica e, conclusão, um superior da GNR de Montemor-o-Novo deu ordem aos seus subordinados para que o mandato não fosse utilizado», informou a JCP, referindo: «Conseguimos, vencemos mais esta pequena batalha, mas continuamos identificados por exercer um direito. Continuamos a ser perseguidos porque combatemos o sistema capitalista.»
Durante os trabalhos, foram referenciados os vários problemas da juventude do distrito, consequência das políticas de direita levadas a cabo pelos sucessivos governos de direita, nomeadamente do PS. O desemprego e a precariedade laboral, os exames nacionais, o Estatuto do Aluno, o Processo de Bolonha, as propinas, o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, o encerramento de escolas e de centros de saúde, a falta de apoios às associações culturais, foram alguns dos problemas trazidos pelos jovens comunistas.
Neste encontro foi ainda eleita a Comissão Regional - composta por três jovens trabalhadores, dois estudantes do ensino superior e um estudante do ensino básico - que terá como tarefa fundamental dirigir o trabalho da JCP no distrito.
No seguimento desta importante iniciativa e no âmbito da preparação do 9.º Congresso, os jovens comunistas realizaram ainda a pintura de um mural, momento de «confronto» e de afirmação política com a GNR, que identificou todos aqueles que ali se encontravam e que queria confiscar todos os materiais (tintas, pincéis e um molde do 9.º Congresso).
«Após duas horas de discussão e mais um atentado aos direitos e liberdades, chegou um mandato de busca que permitia levar os nossos materiais, mas nesse momento dá-se mais uma chamada telefónica e, conclusão, um superior da GNR de Montemor-o-Novo deu ordem aos seus subordinados para que o mandato não fosse utilizado», informou a JCP, referindo: «Conseguimos, vencemos mais esta pequena batalha, mas continuamos identificados por exercer um direito. Continuamos a ser perseguidos porque combatemos o sistema capitalista.»