Ameaça à paz e à segurança internacional
No âmbito da campanha «Paz sim! NATO não!», está a circular, em www.pazsimnatonao.org/peticao/, um abaixo-assinado contra a realização, em Portugal, da Cimeira da NATO.
Recusa da militarização da União Europeia
Prevista para Novembro, nesta Cimeira, a NATO prevê rever o seu conceito estratégico no sentido de alargar o seu campo de actuação geográfica, como já sucede nos Balcãs, no Afeganistão e no Paquistão e os pretextos de intervenção.
«A realização desta Cimeira em Portugal significa a confirmação do envolvimento do País nos propósitos militaristas deste bloco político-militar, que constituem uma ameaça à paz e à segurança internacional», lê-se no texto do abaixo assinado.
No documento, os signatários reclamam a «retirada das forças envolvidas em missões militares da NATO», o «fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional», a «recusa da militarização da União Europeia, que a transforma no pilar europeu da NATO» e a «efectiva realização de uma política externa portuguesa em consonância com os princípios consagrados na Constituição da República e na Carta das Nações Unidas, incluindo a promoção de iniciativas em prol do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares».
Entretanto, 40 organizações já aderiram, até ao momento, à Campanha em defesa da paz e contra a Cimeira da NATO, nomeadamente a Associação de Inquilinos de Lisboa, a Associação de Amizade Portugal Cuba, a CGTP-IN, a Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Pública, o Movimento Democrático de Mulheres e as uniões de sindicatos de Lisboa, no Norte Alentejano, do Porto, de Santarém e de Setúbal.
«A realização desta Cimeira em Portugal significa a confirmação do envolvimento do País nos propósitos militaristas deste bloco político-militar, que constituem uma ameaça à paz e à segurança internacional», lê-se no texto do abaixo assinado.
No documento, os signatários reclamam a «retirada das forças envolvidas em missões militares da NATO», o «fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional», a «recusa da militarização da União Europeia, que a transforma no pilar europeu da NATO» e a «efectiva realização de uma política externa portuguesa em consonância com os princípios consagrados na Constituição da República e na Carta das Nações Unidas, incluindo a promoção de iniciativas em prol do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares».
Entretanto, 40 organizações já aderiram, até ao momento, à Campanha em defesa da paz e contra a Cimeira da NATO, nomeadamente a Associação de Inquilinos de Lisboa, a Associação de Amizade Portugal Cuba, a CGTP-IN, a Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Pública, o Movimento Democrático de Mulheres e as uniões de sindicatos de Lisboa, no Norte Alentejano, do Porto, de Santarém e de Setúbal.