Centenas de milhares sem trabalho
O total de desempregados em Portugal aumentou 19,6 por cento em Fevereiro face ao mesmo período do ano passado (mais 92 mil indivíduos), e 0,2 por cento quando comparados os dados com o último mês de Janeiro.
Segundo os números divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Fevereiro encontravam-se inscritas 561 315 pessoas nos centros de emprego do território continental e ilhas.
Por género, os homens foram o grupo que mais contribui para nova escalada, com um aumento de 25,7 por cento face a Fevereiro de 2009. Por faixa etária, jovens menores de 25 anos e adultos são dos mais afectados, com subidas de 10,2 e 21,1 por cento, respectivamente, informa o IEFP.
Os desemprego de longa duração é um flagelo persistente no nosso País, dado que no espaço de um ano os desempregados de longa duração aumentaram 30,6 por cento. Mas os desempregados há menos de uma ano, mais 14,3 por cento, os que procuram um novo emprego, mais 20,1 por cento, e os que desesperam para encontrarem o primeiro emprego, mais 13,4 por cento, também cresceram.
Serviços e Construção, com subidas de 57,6 e 38 por cento, respectivamente, foram os sectores que maior número de postos de trabalho destruíram entre Fevereiro de 2009 e fevereiro de 2010.
Segundo os números divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Fevereiro encontravam-se inscritas 561 315 pessoas nos centros de emprego do território continental e ilhas.
Por género, os homens foram o grupo que mais contribui para nova escalada, com um aumento de 25,7 por cento face a Fevereiro de 2009. Por faixa etária, jovens menores de 25 anos e adultos são dos mais afectados, com subidas de 10,2 e 21,1 por cento, respectivamente, informa o IEFP.
Os desemprego de longa duração é um flagelo persistente no nosso País, dado que no espaço de um ano os desempregados de longa duração aumentaram 30,6 por cento. Mas os desempregados há menos de uma ano, mais 14,3 por cento, os que procuram um novo emprego, mais 20,1 por cento, e os que desesperam para encontrarem o primeiro emprego, mais 13,4 por cento, também cresceram.
Serviços e Construção, com subidas de 57,6 e 38 por cento, respectivamente, foram os sectores que maior número de postos de trabalho destruíram entre Fevereiro de 2009 e fevereiro de 2010.