Transporte colectivo de crianças
Com a abstenção do PSD e do CDS - e com o apoio de toda a oposição -, foi aprovado, na generalidade, um projecto do Partido Ecologista «Os Verdes» que estabelece regras de segurança no transporte colectivo de crianças.
Esta é uma área da maior importância em relação à qual tem havido uma lamentável inércia do Governo. Isso mesmo foi sublinhado pela deputada comunista Luísa Mesquita, que lembrou as promessas feitas há mais de um ano pelo PSD e CDS de que estaria em preparação um diploma sobre a matéria.
Certo é que nada foi feito em termos legislativos, mantendo-se, como alerta a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, a falta de condições em que são diariamente transportadas milhares de crianças nas idas para a escola, visitas de estudo, actividades desportivas e recreativas.
Situação que se traduz num quadro aterrador evidenciado por um número que a deputada do PCP levou a debate: mais de 10 mil crianças morrem em acidentes rodoviários na Europa, todos os anos, sendo que Portugal é o segundo país que mais contribui para esta tragédia.
Por isso, como observou Luísa Mesquita, continuar a adiar medidas legislativas e regulamentadoras sobre estratégias de prevenção e consequente disponibilização de verbas para o efeito é «assumir a cumplicidade pelos acontecimentos».
Esta é uma área da maior importância em relação à qual tem havido uma lamentável inércia do Governo. Isso mesmo foi sublinhado pela deputada comunista Luísa Mesquita, que lembrou as promessas feitas há mais de um ano pelo PSD e CDS de que estaria em preparação um diploma sobre a matéria.
Certo é que nada foi feito em termos legislativos, mantendo-se, como alerta a Associação para a Promoção da Segurança Infantil, a falta de condições em que são diariamente transportadas milhares de crianças nas idas para a escola, visitas de estudo, actividades desportivas e recreativas.
Situação que se traduz num quadro aterrador evidenciado por um número que a deputada do PCP levou a debate: mais de 10 mil crianças morrem em acidentes rodoviários na Europa, todos os anos, sendo que Portugal é o segundo país que mais contribui para esta tragédia.
Por isso, como observou Luísa Mesquita, continuar a adiar medidas legislativas e regulamentadoras sobre estratégias de prevenção e consequente disponibilização de verbas para o efeito é «assumir a cumplicidade pelos acontecimentos».