Homenagear as vítimas da Linha do Tua
No dia 12 de Fevereiro iniciou-se um «período negro» para a Linha Ferroviária do Tua, com a ocorrência, há três anos, do primeiro dos quatro acidentes que serviram de pretexto para o seu encerramento.
«Três anos volvidos sobre este primeiro e trágico acidente que lamentavelmente ceifou a vida a três ferroviários da empresa Metro Mirandela e feriu dois passageiros, e após a ocorrência de outros três, um dos quais gerou mais uma vítima mortal, muito continua ainda por esclarecer», recorda, em nota de imprensa, o Partido Ecologista «Os Verdes», dando conta da «coincidência» destes acidentes «com a ameaça sobre o futuro da linha, decorrente da construção da Barragem da Foz do Tua».
No documento, os ecologistas alertaram, de igual forma, para a «responsabilidade política» pela debilidades de segurança detectadas nos inquéritos, «decorrentes do abandono desta linha, que é também símbolo do abandono das linhas ferroviárias do interior, nomeadamente na região de Trás-os-Montes». Neste sentido, adiantam ainda, «a melhor forma de homenagear as vítimas da Linha do Tua, é reconhecer o valor patrimonial desta linha ferroviária, obra prima da engenharia portuguesa e do património ferroviário nacional».
«Os Verdes» entregaram, há dias, na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República, uma proposta com carácter de urgência para a vinda da ministra da Cultura para que esta esclareça a posição deste Ministério em relação a este património que integra a área do Alto Douro Vinhateiro, classificada pela UNESCO, como Património da Humanidade.
«Três anos volvidos sobre este primeiro e trágico acidente que lamentavelmente ceifou a vida a três ferroviários da empresa Metro Mirandela e feriu dois passageiros, e após a ocorrência de outros três, um dos quais gerou mais uma vítima mortal, muito continua ainda por esclarecer», recorda, em nota de imprensa, o Partido Ecologista «Os Verdes», dando conta da «coincidência» destes acidentes «com a ameaça sobre o futuro da linha, decorrente da construção da Barragem da Foz do Tua».
No documento, os ecologistas alertaram, de igual forma, para a «responsabilidade política» pela debilidades de segurança detectadas nos inquéritos, «decorrentes do abandono desta linha, que é também símbolo do abandono das linhas ferroviárias do interior, nomeadamente na região de Trás-os-Montes». Neste sentido, adiantam ainda, «a melhor forma de homenagear as vítimas da Linha do Tua, é reconhecer o valor patrimonial desta linha ferroviária, obra prima da engenharia portuguesa e do património ferroviário nacional».
«Os Verdes» entregaram, há dias, na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República, uma proposta com carácter de urgência para a vinda da ministra da Cultura para que esta esclareça a posição deste Ministério em relação a este património que integra a área do Alto Douro Vinhateiro, classificada pela UNESCO, como Património da Humanidade.