Sargentos em unidade
As comemorações do 31 de Janeiro de 1891, promovidas pela Associação Nacional de Sargentos em duas dezenas de localidades, decorrem «num clima de enorme insatisfação, preocupação e incertezas quanto ao futuro» e constituem «uma oportunidade privilegiada para o necessário debate e esclarecimento, bem como para darmos pública conta da nossa unidade e determinação». No programa de iniciativas que assinalam o Dia Nacional do Sargento (cuja oficialização o PCP vai voltar a propor na AR, onde as restantes forças políticas têm votado contra), a ANS destaca a que teve lugar no passado sábado, em Lisboa, no salão da Voz do Operário. A propósito dos 119 anos da «revolta do Porto», a associação realça que os sargentos «tiveram um papel de enorme relevância e significado histórico, nem sempre devidamente reconhecido». Este facto levou a que «há muito» o dia 31 de Janeiro seja assumido pelos sargentos como o seu dia nacional. As preocupações de hoje prendem-se com a crise e os sacrifícios que continuarão a ser exigidos, a julgar por aquilo que se conhece do Orçamento do Estado para 2010, mas igualmente com uma «nova ordem legislativa», afectando matérias como a assistência social, o sistema retributivo e as carreiras.
No manifesto da acção descentralizada em curso, a nível nacional, a CGTP-IN aponta a contradição entre a crise que grassa no País e os lucros escandalosos dos grandes grupos, afirmando que «é hora de mudar» e «é tempo de lutar».
Os trabalhadores da Administração Pública têm ainda mais razões para manifestarem a sua indignação e revolta, afirmou a Frente Comum de Sindicatos, considerando o Orçamento do Estado para 2010 como «um ultraje».
O constante aumento do desemprego em Portugal coloca em dúvida as previsões do Governo e as medidas aplicadas no último ano, comentou a CGTP-IN.
O Governo levou à AR «um mau Orçamento para a Educação, que aposta em políticas votadas ao fracasso», considerou a Federação Nacional dos Professores, num comunicado em que recorda que o sector não teve, nos últimos anos, sequer as verbas consideradas indispensáveis pelos próprios governantes, já que «as palavras nunca...
Quatro trabalhadores da Corksribas, Indústria Granuladora de Cortiças, em São Paio de Oleiros (concelho de Santa Maria da Feira) decidiram apresentar-se todos os dias à porta da empresa, a partir de 27 de Janeiro, em protesto contra o despedimento de que foram alvo, num processo que foi denunciado publicamente, pelo...
O Sindicato dos Ferroviários vai promover, dia 8, uma concentração, diante da administração da Fertagus, para reivindicar o direito à contratação colectiva. A acção vai também ser dirigida aos utentes. Segundo o SNTSF/CGTP-IN, «a administração tudo tem feito para que não seja garantido este direito constitucional». No...
Na passada quinta-feira, quase todos os 114 trabalhadores dos seis restaurantes Novorest que a Eurest explora em lojas da Makro e cujo encerramento foi decidido, originando um despedimento colectivo, estiveram em luta pelo emprego. O protesto de 28 de Janeiro, promovido pelo Sindicato da Hotelaria e Similares, ocorreu...
Os cerca de 400 trabalhadores da Macvila e da Mactrading (ex-Maconde), em Vila do Conde, estiveram em greve na sexta-feira, 29 de Janeiro, concentraram-se à entrada da fábrica e deslocaram-se aos Paços do Concelho, em protesto, por ainda não terem recebido os salários de Dezembro e parte dos subsídios de Natal. Alertaram...