Os números da contestação
Universidade de Aveiro: 650 euros é o valor das propinas fixado. O Instituto Superior de Contabilidade e Administração, associado à Universidade de Aveiro, adoptou 639 euros.
Universidade da Beira Interior: O Senado optou por uma propina de 700 euros.
Universidade Nova de Lisboa: A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas optou pela propina mínima (463 euros). A Faculdade de Economia e a Faculdade de Ciências e Tecnologias aprovaram o valor máximo de 852 euros, enquanto a Faculdade de Ciências Médicas fixou a propina em 680 euros.
Universidade de Lisboa: A Faculdade de Ciências aprovou a propina máxima de 852 euros.
Universidade do Minho: A reitoria fixou a propina em 600 euros este ano, determinando um aumento para 750 euros no próximo ano e 852 euros no seguinte.
Universidade do Porto: Todas as faculdades da Universidade do Porto fixaram a propina máxima, aplicando-a progressivamente nos próximos três anos. Este ano lectivo, a propina é de 600 euros, o dobro do que é pago actualmente. No próximo ano será de 750 euros e no seguinte 852 euros.
Universidade Técnica de Lisboa: O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, o Instituto Superior de Agronomia e o Instituto Superior Técnico fixaram a propina em 852 euros.
Universidade de Trás-os-Montes: 700 euros é o valor da nova propina nesta universidade.
Instituto Politécnico de Setúbal: A Escola Superior de Tecnologia adoptou a propina de 700 euros.
A Universidade de Coimbra não fixou o valor da propina, por os estudantes terem invadido silenciosamente a reunião do Senado. Na altura estava a ser debatida uma proposta que defendia a propina mínima em todas as faculdades neste ano lectivo e a aplicação da propina máxima em 2004/2005. A próxima reunião do Senado foi marcada para Novembro.
Na Universidade de Évora, os estudantes impediram igualmente a fixação da propina por falta de quorum no Senado. O reitor da universidade, Manuel Ferreira Patrício, propôs 660 euros.
Também no Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa, os estudantes invadiram a reunião do Senado. A direcção defende a fixação da propina em 660 euros para o actual ano lectivo e de 852 euros para o ano seguinte.
Universidade da Beira Interior: O Senado optou por uma propina de 700 euros.
Universidade Nova de Lisboa: A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas optou pela propina mínima (463 euros). A Faculdade de Economia e a Faculdade de Ciências e Tecnologias aprovaram o valor máximo de 852 euros, enquanto a Faculdade de Ciências Médicas fixou a propina em 680 euros.
Universidade de Lisboa: A Faculdade de Ciências aprovou a propina máxima de 852 euros.
Universidade do Minho: A reitoria fixou a propina em 600 euros este ano, determinando um aumento para 750 euros no próximo ano e 852 euros no seguinte.
Universidade do Porto: Todas as faculdades da Universidade do Porto fixaram a propina máxima, aplicando-a progressivamente nos próximos três anos. Este ano lectivo, a propina é de 600 euros, o dobro do que é pago actualmente. No próximo ano será de 750 euros e no seguinte 852 euros.
Universidade Técnica de Lisboa: O Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, o Instituto Superior de Agronomia e o Instituto Superior Técnico fixaram a propina em 852 euros.
Universidade de Trás-os-Montes: 700 euros é o valor da nova propina nesta universidade.
Instituto Politécnico de Setúbal: A Escola Superior de Tecnologia adoptou a propina de 700 euros.
A Universidade de Coimbra não fixou o valor da propina, por os estudantes terem invadido silenciosamente a reunião do Senado. Na altura estava a ser debatida uma proposta que defendia a propina mínima em todas as faculdades neste ano lectivo e a aplicação da propina máxima em 2004/2005. A próxima reunião do Senado foi marcada para Novembro.
Na Universidade de Évora, os estudantes impediram igualmente a fixação da propina por falta de quorum no Senado. O reitor da universidade, Manuel Ferreira Patrício, propôs 660 euros.
Também no Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), em Lisboa, os estudantes invadiram a reunião do Senado. A direcção defende a fixação da propina em 660 euros para o actual ano lectivo e de 852 euros para o ano seguinte.