Buzinão de protesto
O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) vai organizar, amanhã, em Setúbal, um buzinão de protesto contra as portagens na A2 (Palmela) e do Pinhal Novo (A12), as únicas que aumentaram em 2010.
Em conferência de imprensa, realizada na passada semana nas instalações da União de Sindicatos de Setúbal, organização que já se associou ao protesto, Carlos Braga, do MUSP, informou que a concentração terá lugar a partir das 7.00 horas, junto ao hipermercado Jumbo de Setúbal, seguida de deslocação pelos dois troços da A2 e da A12.
Esta iniciativa conta com o apoio de várias entidades, nomeadamente da Cooperativa Pluriccoop, que são penalizadas pelo aumento das portagens.
«Temos também o apoio da Associação de Agricultores e da União de Cooperativas de Habitação, do Distrito de Setúbal, além de duas associações de pequenos e médios empresários ligados ao ramo da construção civil», disse Carlos Braga, admitindo que o protesto poderá ir além do buzinão.
«Se as pessoas se quiserem manifestar de outra forma que não contrarie aquilo que são leis do País, em termos de colocar em risco a segurança de pessoas e bens, nós não nos oporemos a que cada um manifeste o seu protesto da forma que considere mais adequada para exigir do Governo a abolição destes aumentos bastante penalizadores e injustos», frisou.
Em conferência de imprensa, realizada na passada semana nas instalações da União de Sindicatos de Setúbal, organização que já se associou ao protesto, Carlos Braga, do MUSP, informou que a concentração terá lugar a partir das 7.00 horas, junto ao hipermercado Jumbo de Setúbal, seguida de deslocação pelos dois troços da A2 e da A12.
Esta iniciativa conta com o apoio de várias entidades, nomeadamente da Cooperativa Pluriccoop, que são penalizadas pelo aumento das portagens.
«Temos também o apoio da Associação de Agricultores e da União de Cooperativas de Habitação, do Distrito de Setúbal, além de duas associações de pequenos e médios empresários ligados ao ramo da construção civil», disse Carlos Braga, admitindo que o protesto poderá ir além do buzinão.
«Se as pessoas se quiserem manifestar de outra forma que não contrarie aquilo que são leis do País, em termos de colocar em risco a segurança de pessoas e bens, nós não nos oporemos a que cada um manifeste o seu protesto da forma que considere mais adequada para exigir do Governo a abolição destes aumentos bastante penalizadores e injustos», frisou.