Conferência do «fracasso»
O Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV) alertou para o «fracasso» que foi a conferência de Copenhaga, uma vez que «nem se chegou a um acordo vinculativo, nem se definiu um prazo para que um futuro acordo venha a estar definitivamente estabelecido».
Em nota de imprensa, o PEV relembra ainda que o período de cumprimento de Quioto está a chegar ao fim (termina em 2012) e, depois disso, «há um vazio absoluto na definição de metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa».
A responsabilidade deste fracasso, acusam os ecologistas, é dos chefes de Estado e de governo, com particular responsabilidade para os EUA, que «arrastaram as negociações até ao último minuto e que, definitivamente, demonstraram que desde a primeira cimeira de Bali (em 2007) até à conferência de Copenhaga, não mais pensaram nem agiram para o sucesso das negociações».
A nível nacional, no dia 16 de Dezembro, Heloísa Apolónia entregou, na Assembleia da República, uma pergunta em que pede esclarecimentos ao Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre os sistemas de videovigilância de rua. Este pedido foi despoletado pela celebração de mais um protocolo para a concretização de um sistema deste tipo na cidade de Coimbra. «Os receios de ameaça à privacidade dos cidadãos são profundamente legítimos, com a generalização destes sistemas. E legítimo é igualmente o receio de que estes sistemas de videovigilância venham, de alguma forma, substituir a presença de agentes de segurança nas ruas, dado que se entende que o "patrulhamento" das zonas vigiadas está a ser concretizado com estes equipamentos», acentua a deputada ecologista.
No dia 17 de Dezembro, o PEV exigiu a suspensão «de imediato» do Programa Nacional de Barragens Hidroeléctricas, uma vez que o tempo de discussão e de consulta pública «foi demasiado escasso».
Em nota de imprensa, o PEV relembra ainda que o período de cumprimento de Quioto está a chegar ao fim (termina em 2012) e, depois disso, «há um vazio absoluto na definição de metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa».
A responsabilidade deste fracasso, acusam os ecologistas, é dos chefes de Estado e de governo, com particular responsabilidade para os EUA, que «arrastaram as negociações até ao último minuto e que, definitivamente, demonstraram que desde a primeira cimeira de Bali (em 2007) até à conferência de Copenhaga, não mais pensaram nem agiram para o sucesso das negociações».
A nível nacional, no dia 16 de Dezembro, Heloísa Apolónia entregou, na Assembleia da República, uma pergunta em que pede esclarecimentos ao Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre os sistemas de videovigilância de rua. Este pedido foi despoletado pela celebração de mais um protocolo para a concretização de um sistema deste tipo na cidade de Coimbra. «Os receios de ameaça à privacidade dos cidadãos são profundamente legítimos, com a generalização destes sistemas. E legítimo é igualmente o receio de que estes sistemas de videovigilância venham, de alguma forma, substituir a presença de agentes de segurança nas ruas, dado que se entende que o "patrulhamento" das zonas vigiadas está a ser concretizado com estes equipamentos», acentua a deputada ecologista.
No dia 17 de Dezembro, o PEV exigiu a suspensão «de imediato» do Programa Nacional de Barragens Hidroeléctricas, uma vez que o tempo de discussão e de consulta pública «foi demasiado escasso».