FARC e ELN juntam forças
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia–Exército Popular (FARC-EP) e o Exército de Libertação Nacional (ELN) decidiram conjugar esforços na luta comum contra o governo terrorista de Álvaro Uribe e o imperialismo norte-americano. Em comunicado datado de Novembro, divulgado a semana passada, o Secretariado das FARC-EP e o Comando Central da ELN assumiram o compromisso de superarem conjuntamente os confrontos recentes procurando ressarcir os danos causados aos membros de ambas as organizações, e trabalharem de forma franca e construtiva «no espírito da unidade e fraternidade revolucionária» para enfrentarem «o inimigo comum, o imperialismo norte-americano e a oligarquia lacaia colombiana».
Para as FARC-EP e o ELN, a decisão ajusta-se à actual situação nacional e internacional, marcada pela crise capitalista e pelas tentativas do imperialismo em «superá-la pela guerra, como fica demonstrado pelo aumento das tropas no Afeganistão». «Hoje a Colômbia converteu-se numa grande base militar» tornando-se na plataforma para o desencadeamento de uma campanha militar contra «o projecto de uma nova América», referem, pelo que, acrescentam, «em resposta a essa pretensão belicista urge resgatar a bandeira da paz na Colômbia como um compromisso de todo o continente».
«Nesta hora, quando as diversas expressões do movimento social e popular resistem e mobilizam-se, empenhamo-nos a trabalhar pela unidade para enfrentar com firmeza o actual regime que o governo de Álvaro Uribe converteu no mais perverso títere dos planos do império, espezinhando a dignidade nacional, a vontade do povo colombiano, e impondo-se pela força do canhão paramilitar e da repressão institucional inspirado numa concepção matreira, corrupta e mafiosa», concluem.
Para as FARC-EP e o ELN, a decisão ajusta-se à actual situação nacional e internacional, marcada pela crise capitalista e pelas tentativas do imperialismo em «superá-la pela guerra, como fica demonstrado pelo aumento das tropas no Afeganistão». «Hoje a Colômbia converteu-se numa grande base militar» tornando-se na plataforma para o desencadeamento de uma campanha militar contra «o projecto de uma nova América», referem, pelo que, acrescentam, «em resposta a essa pretensão belicista urge resgatar a bandeira da paz na Colômbia como um compromisso de todo o continente».
«Nesta hora, quando as diversas expressões do movimento social e popular resistem e mobilizam-se, empenhamo-nos a trabalhar pela unidade para enfrentar com firmeza o actual regime que o governo de Álvaro Uribe converteu no mais perverso títere dos planos do império, espezinhando a dignidade nacional, a vontade do povo colombiano, e impondo-se pela força do canhão paramilitar e da repressão institucional inspirado numa concepção matreira, corrupta e mafiosa», concluem.