PCP exige criação de emprego
A CDU de Lisboa apresentou, na passada semana, em Assembleia Municipal, uma recomendação com vista «à criação de emprego» que, no distrito, atinge mais de 100 mil pessoas.
Em Lisboa, mais de 200 mil trabalhadores são precários
Segundo dados oficiais, adianta a Coligação, mais de 200 mil «são trabalhadores precários, mal remunerados e sem segurança no emprego, provocando desequilíbrio de desenvolvimento e por consequência, a perda de população na cidade».
Neste sentido, defendem no documento os comunistas, «é necessário incentivar a modernização e a diversificação da actividade económica na cidade e fomentar o desenvolvimento e a criação de novas actividades económicas geradoras de postos de trabalho que permitam corrigir a tendência de desaparecimento e deslocalização das empresas e a perda de população para os concelhos limítrofes, nomeadamente, apoiando a criação de empresas industriais não poluentes e de tecnologia de ponta, terciário avançado e centros de investigação e ensino, nomeadamente de pólos tecnológicos».
Naquele órgão foi ainda aprovada, por unanimidade, uma moção, apresentada pela deputada Rita Magrinho, do PCP, que exige que a Câmara Municipal faça um levantamento das «situações graves» em que vivem os moradores do Bairro da Cruz Vermelha e que se encontre uma solução para aquelas famílias.
Por proposta dos comunistas, a Assembleia Municipal aprovou ainda uma recomendação subscrita por Deolinda Machado, apelando à reactivação urgente das escolas de jardineiros e calceteiros, que permita o recrutamento destes profissionais.
Isto porque os cerca de cem jardineiros dos quadros da autarquia não chegam para as necessidades de manutenção dos jardins da cidade, levando à contratação de empresas, em regime de outsourcing.
Neste sentido, defendem no documento os comunistas, «é necessário incentivar a modernização e a diversificação da actividade económica na cidade e fomentar o desenvolvimento e a criação de novas actividades económicas geradoras de postos de trabalho que permitam corrigir a tendência de desaparecimento e deslocalização das empresas e a perda de população para os concelhos limítrofes, nomeadamente, apoiando a criação de empresas industriais não poluentes e de tecnologia de ponta, terciário avançado e centros de investigação e ensino, nomeadamente de pólos tecnológicos».
Naquele órgão foi ainda aprovada, por unanimidade, uma moção, apresentada pela deputada Rita Magrinho, do PCP, que exige que a Câmara Municipal faça um levantamento das «situações graves» em que vivem os moradores do Bairro da Cruz Vermelha e que se encontre uma solução para aquelas famílias.
Por proposta dos comunistas, a Assembleia Municipal aprovou ainda uma recomendação subscrita por Deolinda Machado, apelando à reactivação urgente das escolas de jardineiros e calceteiros, que permita o recrutamento destes profissionais.
Isto porque os cerca de cem jardineiros dos quadros da autarquia não chegam para as necessidades de manutenção dos jardins da cidade, levando à contratação de empresas, em regime de outsourcing.