Camionistas obtêm acordo
A dois dias de uma greve cujo início estava marcado para a noite de domingo, 13, os sindicatos e a principal organização patronal do transporte rodoviário de mercadorias de França (TLF) concluíram um acordo que responde a grande parte das reivindicações dos trabalhadores do sector.
A frente sindical que incluía cinco centrais (CGT, CFDT, CFE-CGC, CFTC et FO) exigia, entre outros, aumentos de quatro por cento para recuperar o poder de compra perdido em dois anos de congelamento salarial. No final das negociações obtiveram 3,56 por cento, um resultado qualificado pela CGT como «um compromisso aceitável».
Esforçando-se por evitar uma greve por tempo indeterminado, que ameaçava interromper os fornecimentos às cadeias de grandes distribuição em plena época de Natal, o governo francês anunciou aos empresários uma redução nos encargos sociais no valor de 100 milhões de euros, destinada a facilitar o alcance de um acordo salarial.
Na prática o montante oferecido equivale a um por cento da valorização remuneratória reclamada pelos sindicatos. Já antes as empresas do sector tinham obtido o direito de reembolso de parte do imposto sobre combustíveis. Apesar destas ajudas, a federação patronal FNTR, que representa 12 500 pequenas e médias empresas, tentou impedir o acordo e promete resistir à sua aplicação.
A frente sindical que incluía cinco centrais (CGT, CFDT, CFE-CGC, CFTC et FO) exigia, entre outros, aumentos de quatro por cento para recuperar o poder de compra perdido em dois anos de congelamento salarial. No final das negociações obtiveram 3,56 por cento, um resultado qualificado pela CGT como «um compromisso aceitável».
Esforçando-se por evitar uma greve por tempo indeterminado, que ameaçava interromper os fornecimentos às cadeias de grandes distribuição em plena época de Natal, o governo francês anunciou aos empresários uma redução nos encargos sociais no valor de 100 milhões de euros, destinada a facilitar o alcance de um acordo salarial.
Na prática o montante oferecido equivale a um por cento da valorização remuneratória reclamada pelos sindicatos. Já antes as empresas do sector tinham obtido o direito de reembolso de parte do imposto sobre combustíveis. Apesar destas ajudas, a federação patronal FNTR, que representa 12 500 pequenas e médias empresas, tentou impedir o acordo e promete resistir à sua aplicação.