Sargentos preocupados
«Os primeiros sinais da governação na área da Defesa Nacional são preocupantes», para a Associação Nacional de Sargentos. Num comunicado em que situa na legislatura finda «o mais feroz ataque à condição militar e à dignidade dos homens e mulheres que servem Portugal nas Forças Armadas», a ANS defende que o resultado das eleições legislativas deveria «impor uma maior disponibilidade para o diálogo por parte do Governo».
Contudo, nas quase cinco páginas que o Programa do Governo dedica à Defesa, não há «nem uma única palavra sobre a
intenção de cumprir com a Lei Orgânica N.º 3/2001, de 29 de Agosto, e de criar condições
que proporcionem um diálogo construtivo e sério com as associações de militares».
A ANS critica igualmente as primeiras intervenções públicas do novo ministro. No Instituto de Defesa Nacional, Augusto Santos Silva não falou de diálogo com as associações, elegendo o IDN como palco privilegiado para o debate e a busca de consensos sobre Defesa. Na Base Aérea do Montijo, «omitiu completamente os graves atropelos e retrocessos, contidos no DL 296/2009 (Sistema Retributivo), em claro prejuízo para a categoria de Sargentos, abordando exclusivamente a falaciosa preocupação com os pilotos».
Contudo, nas quase cinco páginas que o Programa do Governo dedica à Defesa, não há «nem uma única palavra sobre a
intenção de cumprir com a Lei Orgânica N.º 3/2001, de 29 de Agosto, e de criar condições
que proporcionem um diálogo construtivo e sério com as associações de militares».
A ANS critica igualmente as primeiras intervenções públicas do novo ministro. No Instituto de Defesa Nacional, Augusto Santos Silva não falou de diálogo com as associações, elegendo o IDN como palco privilegiado para o debate e a busca de consensos sobre Defesa. Na Base Aérea do Montijo, «omitiu completamente os graves atropelos e retrocessos, contidos no DL 296/2009 (Sistema Retributivo), em claro prejuízo para a categoria de Sargentos, abordando exclusivamente a falaciosa preocupação com os pilotos».