Em defesa do ramal da Lousã
O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã promoveu, segunda-feira, em Coimbra, uma tribuna pública para protestar contra o encerramento daquela linha ferroviária. Os utentes sustentam que não estão reunidas as condições para o encerramento de uma infraestrutura vital para quem vive e trabalha na região.
Até ao final do ano deverá ser cancelada a circulação no troço Miranda do Corvo-Serpins, e em 2010 igual destino está traçado para o troço Coimbra- Miranda do Corvo. O Movimento considera que as três mil pessoas que diariamente utilizam o ramal não têm o direito à mobilidade assegurado.
A instalação do metropolitano ligeiro de superfície tem um prazo previsto de dois anos e para o Movimento os transportes alternativos disponíveis não garantem os interesses das populações. «Os autocarros e as paragens não são suficientes e as vias de acesso não foram arranjadas. Há o risco de as pessoas serem despedidas por chegarem tarde aos empregos», defendeu um dos participantes na iniciativa, ouvido pela Lusa.
O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã convocou para domingo, em Miranda do Corvo, uma sessão de esclarecimento e agendou para o próximo dia 1 de Dezembro, na Lousã, uma nova manifestação.
Até ao final do ano deverá ser cancelada a circulação no troço Miranda do Corvo-Serpins, e em 2010 igual destino está traçado para o troço Coimbra- Miranda do Corvo. O Movimento considera que as três mil pessoas que diariamente utilizam o ramal não têm o direito à mobilidade assegurado.
A instalação do metropolitano ligeiro de superfície tem um prazo previsto de dois anos e para o Movimento os transportes alternativos disponíveis não garantem os interesses das populações. «Os autocarros e as paragens não são suficientes e as vias de acesso não foram arranjadas. Há o risco de as pessoas serem despedidas por chegarem tarde aos empregos», defendeu um dos participantes na iniciativa, ouvido pela Lusa.
O Movimento de Defesa do Ramal da Lousã convocou para domingo, em Miranda do Corvo, uma sessão de esclarecimento e agendou para o próximo dia 1 de Dezembro, na Lousã, uma nova manifestação.