Ferroviários vigilantes
Nas reuniões de quarta-feira, dia 4, durante a tarde, convocadas pelo presidente da CP, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário obteve respostas para as questões essenciais que tinham levado à marcação de uma greve, para o dia 5, na Revisão da área de Lisboa da CP, e de uma concentração de representantes dos trabalhadores da EMEF (no dia 4, de manhã).
Na Revisão da CP-Lisboa, o SNTSF/CGTP-IN e a empresa acordaram que as funções de revisão, nas portas das gares e nos comboios, são da exclusiva responsabilidade dos operadores de revisão e venda; não haverá substituição de trabalhadores de revisão por seguranças, nem estes serão ajuramentados; a presença de seguranças é temporária, para assistência presencial e encaminhamento de pessoas, e não para exercer funções de revisão; trabalhadores com contrato a prazo, incluindo os que estão em formação, vão ingressar no quadro de efectivos da CP.
O SNTSF, no comunicado sobre o acordo, salienta que este se deveu à clara vontade manifestada pelos trabalhadores desta área, bem como à posição firme do sindicato, na mobilização para a luta. Apelando a que os trabalhadores se mantenham «vigilantes e unidos na defesa do acordo» de dia 4, o sindicato lembra que é necessário, agora, «concentrar as nossas forças noutras lutas, nomeadamente na defesa do nosso Acordo de Empresa, pela valorização dos salários, pela defesa dos direitos e pela melhoria das condições de trabalho».
Relativamente à EMEF, os presidentes da CP e da empresa de manutenção aceitaram a proposta de negociação que o sindicato apresentou: realizando-se uma série de reuniões, para discutir o «dia de receber», as carreiras profissionais e o subsídio de turno, até 30 de Novembro, não serão assumidas acções de luta nesse período. Foram abordas outras questões, muitas coisas ficaram por responder, mas o sindicato decidiu «concentrar de imediato a atenção naquilo em que nos parece haver hipóteses de evolução». A luta, em torno de outras matérias, vai prosseguir junto da tutela, integrando-se os ferroviários numa acção que a federação dos transportes (Fectrans/CGTP-IN) realiza no dia 19.
Outra importante vitória dos trabalhadores tinha sido alcançada já, na segunda-feira, relativamente à CP Carga, como noticiámos na edição da semana passada.
Na Revisão da CP-Lisboa, o SNTSF/CGTP-IN e a empresa acordaram que as funções de revisão, nas portas das gares e nos comboios, são da exclusiva responsabilidade dos operadores de revisão e venda; não haverá substituição de trabalhadores de revisão por seguranças, nem estes serão ajuramentados; a presença de seguranças é temporária, para assistência presencial e encaminhamento de pessoas, e não para exercer funções de revisão; trabalhadores com contrato a prazo, incluindo os que estão em formação, vão ingressar no quadro de efectivos da CP.
O SNTSF, no comunicado sobre o acordo, salienta que este se deveu à clara vontade manifestada pelos trabalhadores desta área, bem como à posição firme do sindicato, na mobilização para a luta. Apelando a que os trabalhadores se mantenham «vigilantes e unidos na defesa do acordo» de dia 4, o sindicato lembra que é necessário, agora, «concentrar as nossas forças noutras lutas, nomeadamente na defesa do nosso Acordo de Empresa, pela valorização dos salários, pela defesa dos direitos e pela melhoria das condições de trabalho».
Relativamente à EMEF, os presidentes da CP e da empresa de manutenção aceitaram a proposta de negociação que o sindicato apresentou: realizando-se uma série de reuniões, para discutir o «dia de receber», as carreiras profissionais e o subsídio de turno, até 30 de Novembro, não serão assumidas acções de luta nesse período. Foram abordas outras questões, muitas coisas ficaram por responder, mas o sindicato decidiu «concentrar de imediato a atenção naquilo em que nos parece haver hipóteses de evolução». A luta, em torno de outras matérias, vai prosseguir junto da tutela, integrando-se os ferroviários numa acção que a federação dos transportes (Fectrans/CGTP-IN) realiza no dia 19.
Outra importante vitória dos trabalhadores tinha sido alcançada já, na segunda-feira, relativamente à CP Carga, como noticiámos na edição da semana passada.