Apoiar desempregados e reformados
Alargar a protecção no desemprego, revogar o factor de sustentabilidade da Segurança Social e alterar regras de actualização das pensões e das prestações socais é o objectivo da petição da CGTP-IN, anunciada dia 30. A recolha de assinaturas decorre até ao fim de Novembro.
O Governo anterior não criou mais emprego nem dignificou as reformas
Ao lembrar que «na legislatura anterior lutou por estes objectivos», através de petição semelhante, então inviabilizada pela maioria PS, e que «tem propostas concretas para melhorar as condições de vida dos desempregados, dos reformados e para garantir a sustentabilidade da Segurança Social, a A CGTP-IN salientou, num comunicado de 30 de Outubro, que não desistirá destes objectivos, porque considera urgente a adopção de medidas sociais que rectifiquem medidas, em vigor, que degradarão ainda mais as pensões de reforma.
Os signatário exigem que a Assembleia da República determine medidas urgentes de apoio e auxílio aos trabalhadores despedidos devido ao acentuado aumento de encerramentos de cada vez mais empresas.
O alargamento do acesso ao subsídio de desemprego, «durante todo o período de recessão», e da majoração da protecção no desemprego e das prestações familiares quando o mesmo agregado familiar tem mais de um desempregado, são, para a CGTP-IN, medidas cada vez mais urgentes, numa altura em que não se detecta uma «criação de emprego necessário, tão prometido pelo Governo PS», e quando há «cada vez mais desempregados de longa duração e sem protecção social porque, entretanto, esgotaram o prazo de acesso ao subsídio de desemprego e ao subsídio social de desemprego, correndo o risco de pobreza».
Com esta petição, a Inter também pretende que a Assembleia da República legisle respondendo à difícil realidade vivida por «milhares de jovens com contratos precários ou de pequena duração, ou por serem prestadores de serviços, através dos falsos recibos verdes, que «não permitem obter o período de garantia, nem sequer para terem acesso ao subsídio social de desemprego», salienta-se no mesmo comunicado.
A alteração urgente das regras de actualização das pensões, que condicionam os aumentos no próximo ano é outra reivindicação central desta petição. A central recorda como «as pensões acima das mínimas perderam, em média, desde 2001, cinco por cento do seu poder de compra, enquanto as mínimas apenas o têm mantido. Desta forma, «Sócrates interrompeu o ciclo da dignificação das pensões mínimas, que foi importantíssimo para elevar o poder de compra das mesmas», acusou a CGTP-IN.
O factor de sustentabilidade, que os signatários pretendem revogar, «tem reduzido ainda mais as pensões de quem se reformou depois de 1 de Janeiro de 2008».
Os signatário exigem que a Assembleia da República determine medidas urgentes de apoio e auxílio aos trabalhadores despedidos devido ao acentuado aumento de encerramentos de cada vez mais empresas.
O alargamento do acesso ao subsídio de desemprego, «durante todo o período de recessão», e da majoração da protecção no desemprego e das prestações familiares quando o mesmo agregado familiar tem mais de um desempregado, são, para a CGTP-IN, medidas cada vez mais urgentes, numa altura em que não se detecta uma «criação de emprego necessário, tão prometido pelo Governo PS», e quando há «cada vez mais desempregados de longa duração e sem protecção social porque, entretanto, esgotaram o prazo de acesso ao subsídio de desemprego e ao subsídio social de desemprego, correndo o risco de pobreza».
Com esta petição, a Inter também pretende que a Assembleia da República legisle respondendo à difícil realidade vivida por «milhares de jovens com contratos precários ou de pequena duração, ou por serem prestadores de serviços, através dos falsos recibos verdes, que «não permitem obter o período de garantia, nem sequer para terem acesso ao subsídio social de desemprego», salienta-se no mesmo comunicado.
A alteração urgente das regras de actualização das pensões, que condicionam os aumentos no próximo ano é outra reivindicação central desta petição. A central recorda como «as pensões acima das mínimas perderam, em média, desde 2001, cinco por cento do seu poder de compra, enquanto as mínimas apenas o têm mantido. Desta forma, «Sócrates interrompeu o ciclo da dignificação das pensões mínimas, que foi importantíssimo para elevar o poder de compra das mesmas», acusou a CGTP-IN.
O factor de sustentabilidade, que os signatários pretendem revogar, «tem reduzido ainda mais as pensões de quem se reformou depois de 1 de Janeiro de 2008».