«Golfinhos de Gibraltar» apresentado na SFUAP
A Sociedade Filarmónica União Artística Piedense (SFUAP) acolhe, no dia 31 de Outubro, às 16 horas, no Ginásio-Cine, a apresentação do novo livro de José Freitas: «Golfinho de Gibraltar - Memórias». Esta obra - com o prefácio de Homero Serpa, jornalista, escritor e cronista - conta-nos histórias que atravessam muitas gerações e narram acontecimentos da vida do escritor.
Ali, o autor, com 77 anos, técnico de natação da SFUAP, relata, através da sua vivência de cidadão, um conjunto de factos que permitem entender melhor os progressos da prática da natação desportiva nos últimos 50 anos. Tem ainda como objectivo, através de ilustrações, rever como se processavam as competições no passado e partilhar as situações que viveu.
Na primeira parte, o livro aborda de forma muito particular o trajecto da vida familiar de José Freitas e lembra o seu amigo Baptista Pereira, grande nadador de longas distâncias que lhe incentivou o gosto pela modalidade. Narra ainda situações vividas em treinos e provas realizadas nos rios Tejo, Douro, Sado e Ria de Aveiro, entre outras memórias.
Regista, de igual forma, opiniões e crónicas de alguns jornalistas, escritas sobre competições e treinos, onde, como não podia deixar de ser, é relatado em pormenor o feito alcançado na travessia do Estreito de Gibraltar que o autor percorreu, conseguindo uma marca que prevaleceu como melhor tempo mundial durante 46 anos (1962-2008).
Na última parte da obra, como um salto no tempo, o escritor fala da sua experiência como treinador nacional e olímpico, com notas registadas ao longo de muitos anos, acontecimentos que marcaram, explicam e determinam a evolução da modalidade, em que fala dos nadadores (que formou e orientou ao longo de 50 anos no Belenenses e na SFUAP), que tanta alegria deram não só a si mas também à Freguesia da Cova da Piedade e ao concelho de Almada, onde se mantém como treinador há 41 anos.
Ali, o autor, com 77 anos, técnico de natação da SFUAP, relata, através da sua vivência de cidadão, um conjunto de factos que permitem entender melhor os progressos da prática da natação desportiva nos últimos 50 anos. Tem ainda como objectivo, através de ilustrações, rever como se processavam as competições no passado e partilhar as situações que viveu.
Na primeira parte, o livro aborda de forma muito particular o trajecto da vida familiar de José Freitas e lembra o seu amigo Baptista Pereira, grande nadador de longas distâncias que lhe incentivou o gosto pela modalidade. Narra ainda situações vividas em treinos e provas realizadas nos rios Tejo, Douro, Sado e Ria de Aveiro, entre outras memórias.
Regista, de igual forma, opiniões e crónicas de alguns jornalistas, escritas sobre competições e treinos, onde, como não podia deixar de ser, é relatado em pormenor o feito alcançado na travessia do Estreito de Gibraltar que o autor percorreu, conseguindo uma marca que prevaleceu como melhor tempo mundial durante 46 anos (1962-2008).
Na última parte da obra, como um salto no tempo, o escritor fala da sua experiência como treinador nacional e olímpico, com notas registadas ao longo de muitos anos, acontecimentos que marcaram, explicam e determinam a evolução da modalidade, em que fala dos nadadores (que formou e orientou ao longo de 50 anos no Belenenses e na SFUAP), que tanta alegria deram não só a si mas também à Freguesia da Cova da Piedade e ao concelho de Almada, onde se mantém como treinador há 41 anos.