Para uma vida melhor!
Nas últimas eleições autárquica, realizada no dia 11 de Outubro, a CDU conseguiu reforçar maiorias em toda a Península de Setúbal e ganhar as câmaras de Alpiarça, Alvito e Crato.
Em Alpiarça a notícia foi festejada, em todo o concelho, com «pompa e circunstância». Até o Secretário-geral do PCP se juntou aos populares que comemoraram a recuperação da autarquia para a CDU, no Largo das Águias, que Jerónimo de Sousa «inaugurou» como «Praça da Esperança».
Ali, bastante comovido, perante uma multidão de pessoas, lembrou a importância de Alpiarça «para que a liberdade e a democracia existissem na nossa pátria». «Esta praça continua a ser uma esperança agora mais próxima da realidade», disse Jerónimo de Sousa, alertando os eleitos da CDU para a responsabilidade de, nos próximos quatro anos, «transformarem esse esperança numa realidade nova».
Por seu lado, Mário Pereira, agora presidente da autarquia, salientou, em declarações à comunicação social, que aquela «vitória» deve-se «a um trabalho de fundo, com acompanhamento de proximidade e propostas em conformidade».
Durante a campanha eleitoral, a CDU estabeleceu como primeira prioridade a «vertente social», pressupondo uma gestão que dê destaque «aos projectos estruturantes e diferenciadores que assegurem o bem-estar da população», com «ideias e projectos que imponham o concelho na região e no País, através de um conjunto de “imagens de marca” ligadas aos produtos e ao património ambiental, histórico e cultural».
A Coligação quer ainda dinamizar o desenvolvimento económico e o emprego com uma forte aposta no «apoio à agricultura» e ao «comércio tradicional», com a alteração da classificação da Zona Industrial, «de forma a permitir ampliar as actividades nela desenvolvidas» e valorizar os «recursos ambientais e turísticos».
Em destaque estarão ainda a «cultura, o desporto, a juventude e os tempos livres», o «ambiente e o urbanismo», a «educação», a «saúde e a acção social» e a «administração municipal».
Implementar os programas eleitorais
Também no Alvito, a CDU, que obteve 34,08 por cento dos votos, tem um projecto autárquico assente no desenvolvimento sustentado, no progresso social e sempre ao serviço das populações. «Foi uma vitória esperada depois de uma campanha eleitoral limpa, séria e pela positiva», disse, à Lusa, no dia 11 de Outubro, João Penetra, realçando que «não há uma primeira medida a adoptar, o objectivo é trabalhar, arrumar a casa e implementar o programa eleitoral», que se divide por «desenvolvimento económico», «turismo», «acção social», «protecção civil», «habitação», «ambiente e desenvolvimento económico», «saúde», «educação», «cultura e património», «desporto e juventude» e «modernização administrativa».
No primeiro ponto do programa eleitoral, por exemplo, a Coligação compromete-se, caso a oposição o permita, «criar zonas industriais e de actividades económicas em Alvito e Vila Nova da Baronia», «criar um ninho de empresas para apoio de empresas emergentes», «apoiar a instalação de empresas no concelho», «apoiar as micro e pequenas empresas e as produções locais de qualidade, valorizando o saber fazer e as tradições».
No Crato, a CDU obteve 1297 votos e o PS 1148 votos. «Foi a vitória da verdade contra a mentira», disse, na ocasião, João Teresa Ribeiro, congratulando-se com os 46,37 por cento dos votos obtidos. Neste concelho, a campanha eleitoral ficou marcada por uma queixa da CDU à Comissão Nacional de Eleições contra o presidente da Câmara, por «enviar cartas aos eleitores com cheques ou o anúncio de créditos bancários» para que votassem na candidatura do PS. «Esta situação representa o aliciar de votos, condicionar a liberdade de cada um escolher quem entender melhor para a defesa do seu concelho», observou antes das eleições.
Em Alpiarça a notícia foi festejada, em todo o concelho, com «pompa e circunstância». Até o Secretário-geral do PCP se juntou aos populares que comemoraram a recuperação da autarquia para a CDU, no Largo das Águias, que Jerónimo de Sousa «inaugurou» como «Praça da Esperança».
Ali, bastante comovido, perante uma multidão de pessoas, lembrou a importância de Alpiarça «para que a liberdade e a democracia existissem na nossa pátria». «Esta praça continua a ser uma esperança agora mais próxima da realidade», disse Jerónimo de Sousa, alertando os eleitos da CDU para a responsabilidade de, nos próximos quatro anos, «transformarem esse esperança numa realidade nova».
Por seu lado, Mário Pereira, agora presidente da autarquia, salientou, em declarações à comunicação social, que aquela «vitória» deve-se «a um trabalho de fundo, com acompanhamento de proximidade e propostas em conformidade».
Durante a campanha eleitoral, a CDU estabeleceu como primeira prioridade a «vertente social», pressupondo uma gestão que dê destaque «aos projectos estruturantes e diferenciadores que assegurem o bem-estar da população», com «ideias e projectos que imponham o concelho na região e no País, através de um conjunto de “imagens de marca” ligadas aos produtos e ao património ambiental, histórico e cultural».
A Coligação quer ainda dinamizar o desenvolvimento económico e o emprego com uma forte aposta no «apoio à agricultura» e ao «comércio tradicional», com a alteração da classificação da Zona Industrial, «de forma a permitir ampliar as actividades nela desenvolvidas» e valorizar os «recursos ambientais e turísticos».
Em destaque estarão ainda a «cultura, o desporto, a juventude e os tempos livres», o «ambiente e o urbanismo», a «educação», a «saúde e a acção social» e a «administração municipal».
Implementar os programas eleitorais
Também no Alvito, a CDU, que obteve 34,08 por cento dos votos, tem um projecto autárquico assente no desenvolvimento sustentado, no progresso social e sempre ao serviço das populações. «Foi uma vitória esperada depois de uma campanha eleitoral limpa, séria e pela positiva», disse, à Lusa, no dia 11 de Outubro, João Penetra, realçando que «não há uma primeira medida a adoptar, o objectivo é trabalhar, arrumar a casa e implementar o programa eleitoral», que se divide por «desenvolvimento económico», «turismo», «acção social», «protecção civil», «habitação», «ambiente e desenvolvimento económico», «saúde», «educação», «cultura e património», «desporto e juventude» e «modernização administrativa».
No primeiro ponto do programa eleitoral, por exemplo, a Coligação compromete-se, caso a oposição o permita, «criar zonas industriais e de actividades económicas em Alvito e Vila Nova da Baronia», «criar um ninho de empresas para apoio de empresas emergentes», «apoiar a instalação de empresas no concelho», «apoiar as micro e pequenas empresas e as produções locais de qualidade, valorizando o saber fazer e as tradições».
No Crato, a CDU obteve 1297 votos e o PS 1148 votos. «Foi a vitória da verdade contra a mentira», disse, na ocasião, João Teresa Ribeiro, congratulando-se com os 46,37 por cento dos votos obtidos. Neste concelho, a campanha eleitoral ficou marcada por uma queixa da CDU à Comissão Nacional de Eleições contra o presidente da Câmara, por «enviar cartas aos eleitores com cheques ou o anúncio de créditos bancários» para que votassem na candidatura do PS. «Esta situação representa o aliciar de votos, condicionar a liberdade de cada um escolher quem entender melhor para a defesa do seu concelho», observou antes das eleições.