CGTP-IN exige políticas de esquerda
Em conferência de imprensa, segunda-feira, na sede nacional da central, Manuel Carvalho da Silva, apresentou a análise feita pela CGTP-IN às eleições legislativas, salientando que o sentido dado pelos portugueses ao voto significa que os eleitores exigem uma governação com políticas de esquerda.
Recordando «a dureza de algumas políticas» do Governo PS, a central concluiu que este saiu «penalizado por te seguido políticas de direita em áreas fundamentais e pelas práticas de afrontamento aos trabalhadores».
Ao enaltecer o «contributo extraordinário» dado pela intervenção e intensa luta dos trabalhadores e dos seus sindicatos, sob a bandeira da CGTP-IN, para a travagem de uma governação, «em vários planos desastrosa e arrogante», a central avançou com um conjunto de medidas que considera deverem ser as prioridades para o programa de Governo.
Evitar despedimentos e investir na criação de empregos estáveis; garantir o direito à contratação colectiva; valorizar o trabalho e os direitos dos trabalhadores; combater a precariedade; alargar o subsídio de desemprego; promover um aumento real dos salários, das pensões e do salário mínimo nacional para que chegue a 500 euros, em 2011, e a 600 euros, em 2013; reforçar a solidariedade promovendo a coesão social e combatendo as desigualdades; Reforçar os serviços públicos e de protecção social; reorientar as políticas económicas; tornar o sistema fiscal mais equitativo e combater o endividamento do País são as dez prioridades que a CGTP-IN quer ver reconhecidas.
Recordando «a dureza de algumas políticas» do Governo PS, a central concluiu que este saiu «penalizado por te seguido políticas de direita em áreas fundamentais e pelas práticas de afrontamento aos trabalhadores».
Ao enaltecer o «contributo extraordinário» dado pela intervenção e intensa luta dos trabalhadores e dos seus sindicatos, sob a bandeira da CGTP-IN, para a travagem de uma governação, «em vários planos desastrosa e arrogante», a central avançou com um conjunto de medidas que considera deverem ser as prioridades para o programa de Governo.
Evitar despedimentos e investir na criação de empregos estáveis; garantir o direito à contratação colectiva; valorizar o trabalho e os direitos dos trabalhadores; combater a precariedade; alargar o subsídio de desemprego; promover um aumento real dos salários, das pensões e do salário mínimo nacional para que chegue a 500 euros, em 2011, e a 600 euros, em 2013; reforçar a solidariedade promovendo a coesão social e combatendo as desigualdades; Reforçar os serviços públicos e de protecção social; reorientar as políticas económicas; tornar o sistema fiscal mais equitativo e combater o endividamento do País são as dez prioridades que a CGTP-IN quer ver reconhecidas.