Não ao aumento das rendas
A Associação de Inquilinos Lisbonense reiterou a sua oposição a qualquer alteração à lei que regula a actualização das rendas e defende que a actualização das rendas para 2010 deverá ser nula.
Esta é a resposta daquela estrutura associativa representativa dos inquilinos às posições de desagrado manifestadas por senhorios de casas arrendadas que, perante o cenário de taxa zero de inflação – e não podendo aumentar as rendas como determina a lei nesta circunstância –, ensaiam manobras para contornar a legislação e garantir mesmo uma actualização das rendas.
«Se não houve variação de preços, não houve variação no poder de compra», pelo que não tem de haver «actualização das rendas», garante, em síntese, a AIL, recordando que o arrendamento «não é um negócio qualquer em que o produtor ou o vendedor podem definir o preço a todo o tempo», sendo, bem pelo contrário, «uma relação duradoura» que, como tal, deve obedecer a «regras duradouras para evitar abusos e aproveitamentos momentâneos».
Esta é a resposta daquela estrutura associativa representativa dos inquilinos às posições de desagrado manifestadas por senhorios de casas arrendadas que, perante o cenário de taxa zero de inflação – e não podendo aumentar as rendas como determina a lei nesta circunstância –, ensaiam manobras para contornar a legislação e garantir mesmo uma actualização das rendas.
«Se não houve variação de preços, não houve variação no poder de compra», pelo que não tem de haver «actualização das rendas», garante, em síntese, a AIL, recordando que o arrendamento «não é um negócio qualquer em que o produtor ou o vendedor podem definir o preço a todo o tempo», sendo, bem pelo contrário, «uma relação duradoura» que, como tal, deve obedecer a «regras duradouras para evitar abusos e aproveitamentos momentâneos».