Um conto de Rómulo de Carvalho
Datado de 1942, Bárbara Ruiva é um conto de Rómulo de Carvalho, a quem muitos preferem chamar António Gedeão, só agora publicado pela editora Página a Página. O original, encontrado entre os papéis do escritor depois da sua morte, permaneceu inédito porque Rómulo de Carvalho o teria desvalorizado, como se refere no aprofundado prefácio de Manuel Gusmão.
No entanto, sublinha ainda Manuel Gusmão, este conto «não é uma produção imatura nem inferior a alguns dos que integram o volume de ficções, A Poltrona e Outras Novelas, publicado em 1973». Tratando-se de «uma narrativa de uma súbita paixão (…) é um texto bem curioso, porque o acontecer dessa paixão nos é dado quase em directo».
No entanto, sublinha ainda Manuel Gusmão, este conto «não é uma produção imatura nem inferior a alguns dos que integram o volume de ficções, A Poltrona e Outras Novelas, publicado em 1973». Tratando-se de «uma narrativa de uma súbita paixão (…) é um texto bem curioso, porque o acontecer dessa paixão nos é dado quase em directo».