Desemprego aumentou
A situação económica e social no distrito de Braga degradou-se durante o período de férias, diz a Direcção da Organização Regional de Braga do PCP.
A prestação de serviços públicos tem vindo a degradar-se
A conclusão saiu da última reunião da DORB, que a fundamenta com a constatação de factos como o encerramento de um conjunto de empresas, a rescisão de centenas de contratos de trabalho e o crescimento do número de trabalhadores com salários e subsídios em atraso. Aliás, o desemprego em Agosto sofreu um aumento de 35,9% relativamente a igual período do ano passado, atingindo os 40.518 desempregados, particularmente entre os jovens e nestes entre os licenciados.
Por outro lado, a aprovação do Código Laboral, mesmo não tendo entrado ainda em vigor, tem constituído um estímulo para o crescimento de ataques brutais contra os direitos sociais, económicos e sindicais dos trabalhadores por parte do patronato, que recorre, ainda, a «chantagens, violências psicológicas e até físicas, a processo disciplinares e a discriminações».
O PCP analisou também as consequências «cada vez mais negativas» da política do Governo no plano dos serviços públicos - designadamente da educação, da saúde, da segurança social e dos transportes -, o agravamento da prestação dos serviços da Electricidade do Norte, a tentativa de transferência de serviços e encerramento de postos dos CTT, ou o «péssimo estado» de conservação de um grande conjunto de estradas.
Enfim, «é uma evidência» para a DORB, que a política do Governo vai no sentido de degradar os serviços públicos e os interesses dos utentes apenas para «beneficiar de forma escandalosa o grande capital financeiro.
Évora
Também a Direcção da Organização Regional de Évora do PCP, reunida no dia 22 de Setembro, denuncia a degradação dos serviços de saúde e de educação, o aumento do desemprego, a perda de serviços que existiam no distrito e, ainda, a inexistência de qualquer investimento que contribua para minorar a situação.
Assim, o Hospital Distrital de Évora, para além da degradação dos serviços que presta, já não responde às necessidades do distrito, enquanto a ARS se prepara para fechar alguns centros de saúde do concelho durante a noite e os utentes continuam a esperar cada vez mais tempo por uma consulta. No ensino, ao mesmo tempo que centenas de professores ficam no desemprego, constata-se a existência de muitos lugares por preencher.
A DOREV regista, ainda, com desagrado a atitude da Câmara Municipal de Évora que, no início do ano lectivo, na recepção que promoveu aos professores do concelho, optou por discriminar o Sindicato dos Professores da Zona Sul.
O desemprego é outra grande preocupação do PCP, já que neste momento afecta mais de 8.000 trabalhadores do distrito, onde a precariedade de trabalho é também uma constante. Ou seja, razões para que os comunistas continuem e reforcam a sua «acção contra o pacote laboral e por outra política de emprego com direitos».
Por outro lado, a aprovação do Código Laboral, mesmo não tendo entrado ainda em vigor, tem constituído um estímulo para o crescimento de ataques brutais contra os direitos sociais, económicos e sindicais dos trabalhadores por parte do patronato, que recorre, ainda, a «chantagens, violências psicológicas e até físicas, a processo disciplinares e a discriminações».
O PCP analisou também as consequências «cada vez mais negativas» da política do Governo no plano dos serviços públicos - designadamente da educação, da saúde, da segurança social e dos transportes -, o agravamento da prestação dos serviços da Electricidade do Norte, a tentativa de transferência de serviços e encerramento de postos dos CTT, ou o «péssimo estado» de conservação de um grande conjunto de estradas.
Enfim, «é uma evidência» para a DORB, que a política do Governo vai no sentido de degradar os serviços públicos e os interesses dos utentes apenas para «beneficiar de forma escandalosa o grande capital financeiro.
Évora
Também a Direcção da Organização Regional de Évora do PCP, reunida no dia 22 de Setembro, denuncia a degradação dos serviços de saúde e de educação, o aumento do desemprego, a perda de serviços que existiam no distrito e, ainda, a inexistência de qualquer investimento que contribua para minorar a situação.
Assim, o Hospital Distrital de Évora, para além da degradação dos serviços que presta, já não responde às necessidades do distrito, enquanto a ARS se prepara para fechar alguns centros de saúde do concelho durante a noite e os utentes continuam a esperar cada vez mais tempo por uma consulta. No ensino, ao mesmo tempo que centenas de professores ficam no desemprego, constata-se a existência de muitos lugares por preencher.
A DOREV regista, ainda, com desagrado a atitude da Câmara Municipal de Évora que, no início do ano lectivo, na recepção que promoveu aos professores do concelho, optou por discriminar o Sindicato dos Professores da Zona Sul.
O desemprego é outra grande preocupação do PCP, já que neste momento afecta mais de 8.000 trabalhadores do distrito, onde a precariedade de trabalho é também uma constante. Ou seja, razões para que os comunistas continuem e reforcam a sua «acção contra o pacote laboral e por outra política de emprego com direitos».