ONG's exigem fim do bloqueio
Dois anos após Israel ter imposto um bloqueio contra a Faixa de Gaza, onde vivem cerca de 1,5 milhões de pessoas, 40 Organizações Não-Governamentais que trabalham no território exigiram o fim do que consideram ser um castigo colectivo e uma aberrante violação do Direito Internacional e das resoluções das Nações Unidas sobre a matéria.
Em conferência de imprensa realizada em Jerusalém, os promotores da iniciativa lembraram que «apenas um terço dos bens que entravam na Faixa de Gaza antes da guerra chegam actualmente ao território». Em cada dez camiões com bens de primeira necessidade autorizados pelos israelitas, apenas oito podem transportar comida, mais precisamente 18 tipos de géneros básicos, uma vez que sementes para cultivo agrícola ou animais para criação são imediatamente barrados, explicam. Sapatos, roupas, brinquedos ou livros são igualmente impedidos de entrar sem qualquer tipo de justificação, denunciam.
A população, particularmente as mulheres, crianças e os idosos, são quem mais sofre com o bloqueio, que lhes impede o acesso a condições de vida sequer minimamente dignas. Milhares vivem em edifícios danificados pela ofensiva israelita, alertam ainda as ONG's, facto que avoluma as condições de miséria extrema em que sobrevivem.
Em conferência de imprensa realizada em Jerusalém, os promotores da iniciativa lembraram que «apenas um terço dos bens que entravam na Faixa de Gaza antes da guerra chegam actualmente ao território». Em cada dez camiões com bens de primeira necessidade autorizados pelos israelitas, apenas oito podem transportar comida, mais precisamente 18 tipos de géneros básicos, uma vez que sementes para cultivo agrícola ou animais para criação são imediatamente barrados, explicam. Sapatos, roupas, brinquedos ou livros são igualmente impedidos de entrar sem qualquer tipo de justificação, denunciam.
A população, particularmente as mulheres, crianças e os idosos, são quem mais sofre com o bloqueio, que lhes impede o acesso a condições de vida sequer minimamente dignas. Milhares vivem em edifícios danificados pela ofensiva israelita, alertam ainda as ONG's, facto que avoluma as condições de miséria extrema em que sobrevivem.