CDU faz falta a Bragança
José Castro e José Brinquete são, respectivamente, os cabeças de lista da CDU para a Câmara e Assembleia Municipal de Bragança. Lídio Correia é o mandatário da coligação. A cerimónia de apresentação das candidaturas foi feita, dia 7 de Abril, na zona histórica da cidade.
A CDU nunca abdicou dos seus deveres
José Castro assumiu, na sessão, o compromisso de trabalhar para o «progresso de Bragança». «O poder local é a expressão mais visível da ligação às populações, no pressuposto do exercício da democracia participativa e da cidadania», lembrou, apelando «a todos aqueles que se revejam nos valores de “trabalho, honestidade e competência” da CDU, a juntarem-se a nós nesta nobre tarefa que é lutar por um futuro para Bragança».
O candidato da CDU alertou, por outro lado, para o agravamento das assimetrias regionais. «Portugal é hoje um país cada vez mais injusto e Bragança está do lado mais injustiçado pelas políticas dos governos PS e PSD que se têm sucedido. Mas tal acontece sobretudo com a conivência dos executivos municipais, tanto do PSD como do PS, aliados na maior parte das malfeitorias praticadas contra os interesses dos brigantinos», acusou José Castro, dando como exemplo «a privatização do abastecimento de água, da recolha e tratamento de resíduos sólidos e águas residuais, da educação extracurricular».
Estas medidas têm prejudicado o património do município e o emprego estável e com direitos das populações. «Disso se ressentem os serviços e o comércio que vemos definhar a cada ano que passa, e desta forma, o Governo central justifica a retirada de ainda mais serviços públicos na área da saúde, da educação, da segurança e das comunicações», denunciou o cabeça de lista da CDU.
Melhorar a vida dos munícipes
No entanto, prosseguiu José Castro, Bragança, capital de distrito e cidade transfronteiriça, «tem condições que lhe permitem desenvolver-se e melhorar a vida dos seus munícipes».
«Ao contrário de outras forças políticas, a CDU nunca abdicou dos seus deveres enquanto oposição responsável e construtiva, nunca defraudou todos aqueles que nela têm votado. Disso tem ficado testemunho privilegiado nas intervenções, nos requerimentos e nas propostas apresentadas em sede de Assembleia Municipal nas mais diversas áreas, e das quais queremos aqui destacar os aspectos sociais, do emprego, da educação e da cultura, da agricultura e do ambiente, do planeamento e ordenamento, das acessibilidades, enfim, do desenvolvimento integrado e sustentado do nosso concelho», frisou.
A terminar, José Castro lembrou que «a CDU faz falta» «à cidade», «ao meio rural», «à terceira idade», «ao centro e à zona histórica», «ao pequeno comércio tradicional». «A CDU faz falta para que todos os que cá nasceram, os que cá estudam, vivem e trabalham, se envolvam com novas ideias e atitudes numa comunidade mais moderna e próspera», sublinhou.
O candidato da CDU alertou, por outro lado, para o agravamento das assimetrias regionais. «Portugal é hoje um país cada vez mais injusto e Bragança está do lado mais injustiçado pelas políticas dos governos PS e PSD que se têm sucedido. Mas tal acontece sobretudo com a conivência dos executivos municipais, tanto do PSD como do PS, aliados na maior parte das malfeitorias praticadas contra os interesses dos brigantinos», acusou José Castro, dando como exemplo «a privatização do abastecimento de água, da recolha e tratamento de resíduos sólidos e águas residuais, da educação extracurricular».
Estas medidas têm prejudicado o património do município e o emprego estável e com direitos das populações. «Disso se ressentem os serviços e o comércio que vemos definhar a cada ano que passa, e desta forma, o Governo central justifica a retirada de ainda mais serviços públicos na área da saúde, da educação, da segurança e das comunicações», denunciou o cabeça de lista da CDU.
Melhorar a vida dos munícipes
No entanto, prosseguiu José Castro, Bragança, capital de distrito e cidade transfronteiriça, «tem condições que lhe permitem desenvolver-se e melhorar a vida dos seus munícipes».
«Ao contrário de outras forças políticas, a CDU nunca abdicou dos seus deveres enquanto oposição responsável e construtiva, nunca defraudou todos aqueles que nela têm votado. Disso tem ficado testemunho privilegiado nas intervenções, nos requerimentos e nas propostas apresentadas em sede de Assembleia Municipal nas mais diversas áreas, e das quais queremos aqui destacar os aspectos sociais, do emprego, da educação e da cultura, da agricultura e do ambiente, do planeamento e ordenamento, das acessibilidades, enfim, do desenvolvimento integrado e sustentado do nosso concelho», frisou.
A terminar, José Castro lembrou que «a CDU faz falta» «à cidade», «ao meio rural», «à terceira idade», «ao centro e à zona histórica», «ao pequeno comércio tradicional». «A CDU faz falta para que todos os que cá nasceram, os que cá estudam, vivem e trabalham, se envolvam com novas ideias e atitudes numa comunidade mais moderna e próspera», sublinhou.