Trabalhar para as populações
João Lobo e Joaquim Gonçalves são, respectivamente, os cabeça de lista da CDU à Câmara e Assembleia Municipal da Moita. A apresentação dos candidatos realizou-se dia 27 de Março, na Moita, perante mais de uma centena e meia de militantes e activistas da CDU e independentes que quiseram manifestar o seu apoio às duas recandidaturas. Na sessão, estiveram ainda Jorge Taylor, dirigente do Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV), e Margarida Botelho, responsável da Direcção de Organização Regional de Setúbal e da Comissão Política do CC.
Na sua intervenção, Joaquim Gonçalves, candidato à Assembleia Municipal, enalteceu o trabalho desenvolvido pelo poder local democrático nas últimas três décadas e lembrou que a alteração legislativa que PS e PSD pretendiam fazer avançar na Assembleia da República, a qual eliminava a eleição directa da Câmara Municipal, se tratava de «uma proposta que tinha por base uma concepção de poder absoluto e de personalização extrema que subvertia o princípio fundamental da representatividade política dos executivos municipais».
Por seu lado, João Lobo valorizou os «bons» resultados eleitorais alcançados pela CDU em 2005 (39,7 por cento dos votos para a Câmara Municipal). O candidato à autarquia, da qual é presidente desde 2002, lembrou ainda as dificuldades que marcaram este mandato, nomeadamente a alteração à Lei das Finanças Locais e os cortes financeiros sucessivos verificados no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central).
Apesar das dificuldades, acentuou João Lobo, a CDU tem obra feita no concelho. «Podem contar com a nossa firme oposição à ofensiva que tem sido desencadeada contra o poder local democrático e as conquistas de Abril», prometeu.
Também, Jorge Taylor, do PEV, enalteceu o trabalho desenvolvido pela CDU e alertou para a importância da mobilização num ano eleitoral como 2009.
A encerrar os trabalhos, Margarida Botelho lembrou que a gestão CDU nas autarquias é reconhecida por todos, pautando-se pela defesa do interesse público e pela forma como os seus eleitos entendem a execução dos cargos para os quais são eleitos.
Na sua intervenção, Joaquim Gonçalves, candidato à Assembleia Municipal, enalteceu o trabalho desenvolvido pelo poder local democrático nas últimas três décadas e lembrou que a alteração legislativa que PS e PSD pretendiam fazer avançar na Assembleia da República, a qual eliminava a eleição directa da Câmara Municipal, se tratava de «uma proposta que tinha por base uma concepção de poder absoluto e de personalização extrema que subvertia o princípio fundamental da representatividade política dos executivos municipais».
Por seu lado, João Lobo valorizou os «bons» resultados eleitorais alcançados pela CDU em 2005 (39,7 por cento dos votos para a Câmara Municipal). O candidato à autarquia, da qual é presidente desde 2002, lembrou ainda as dificuldades que marcaram este mandato, nomeadamente a alteração à Lei das Finanças Locais e os cortes financeiros sucessivos verificados no PIDDAC (Plano de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central).
Apesar das dificuldades, acentuou João Lobo, a CDU tem obra feita no concelho. «Podem contar com a nossa firme oposição à ofensiva que tem sido desencadeada contra o poder local democrático e as conquistas de Abril», prometeu.
Também, Jorge Taylor, do PEV, enalteceu o trabalho desenvolvido pela CDU e alertou para a importância da mobilização num ano eleitoral como 2009.
A encerrar os trabalhos, Margarida Botelho lembrou que a gestão CDU nas autarquias é reconhecida por todos, pautando-se pela defesa do interesse público e pela forma como os seus eleitos entendem a execução dos cargos para os quais são eleitos.