Venezuela
O governo ordenou a intervenção das autoridades nas unidades de processamento de arroz. Na base do destacamento de fiscais do Ministério da Indústria Leve e Comércio, Alimentação, Agricultura e Terra, está a burla montada pelas principais empresas do sector, que vinham introduzindo no mercado arroz «aromatizado» em vez do produto tradicional.
O objectivo era contornar o preço tabelado pelo executivo de Caracas para aquele bem de primeira necessidade, dizem informações oficiais. Ao inundarem os pontos de distribuição com um outro tipo de arroz, as empresas fugiam à obrigatoriedade legal e duplicavam o preço do produto. Como consequência, registavam-se já graves carências no abastecimento à população.
Segundo o ministro Elías Jaua, em algumas fábricas estava-se a produzir cerca de 90 por cento de arroz aromatizado contra 10 por cento do normal. Na Polar, as autoridades identificaram ainda uma redução da capacidade de processamento para metade.
Jaua disse que se a intervenção não tiver uma acção profiláctica, o Estado pode expropriar as unidades.
O objectivo era contornar o preço tabelado pelo executivo de Caracas para aquele bem de primeira necessidade, dizem informações oficiais. Ao inundarem os pontos de distribuição com um outro tipo de arroz, as empresas fugiam à obrigatoriedade legal e duplicavam o preço do produto. Como consequência, registavam-se já graves carências no abastecimento à população.
Segundo o ministro Elías Jaua, em algumas fábricas estava-se a produzir cerca de 90 por cento de arroz aromatizado contra 10 por cento do normal. Na Polar, as autoridades identificaram ainda uma redução da capacidade de processamento para metade.
Jaua disse que se a intervenção não tiver uma acção profiláctica, o Estado pode expropriar as unidades.