Estupidez
O acidente do IC-19, ocorrido há poucos dias, é resultado da «política estúpida de contenção orçamental imposta pela Ministra das Finanças», acusa a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública.
Considerando em nota à imprensa que de pouco vale a demissão do presidente do Instituto de Estradas de Portugal, a Federação acusa o Ministério de impedir «a admissão de efectivos para o IEP que permita a fiscalização das obras lançadas por essa entidade pública».
Para esta estrutura sindical, «é uma verdadeira estupidez sem qualquer desculpa», o estrangulamento financeiro imposto pelo Governo aos mais variados serviços da Administração Pública.
A mesma Federação denuncia ainda a situação na Direcção-Geral de Florestas que, à semelhança do IEP, não está a admitir novos efectivos que previnam os incêndios florestais. Na DGF há mais de 200 vagas para a carreira de guarda florestal para um quadro de 1400 lugares, mas o Ministério das Finanças «está a impedir o descongelamento de vagas para admissão de novos efectivos».
Assim, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública considera urgente a alteração da política orçamental para a Administração Pública, «mesmo que isso determine a demissão de membros do Governo».
Considerando em nota à imprensa que de pouco vale a demissão do presidente do Instituto de Estradas de Portugal, a Federação acusa o Ministério de impedir «a admissão de efectivos para o IEP que permita a fiscalização das obras lançadas por essa entidade pública».
Para esta estrutura sindical, «é uma verdadeira estupidez sem qualquer desculpa», o estrangulamento financeiro imposto pelo Governo aos mais variados serviços da Administração Pública.
A mesma Federação denuncia ainda a situação na Direcção-Geral de Florestas que, à semelhança do IEP, não está a admitir novos efectivos que previnam os incêndios florestais. Na DGF há mais de 200 vagas para a carreira de guarda florestal para um quadro de 1400 lugares, mas o Ministério das Finanças «está a impedir o descongelamento de vagas para admissão de novos efectivos».
Assim, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública considera urgente a alteração da política orçamental para a Administração Pública, «mesmo que isso determine a demissão de membros do Governo».