Saúde mais cara
As taxas moderadoras, as consultas, urgências e actos médicos prestados nos centros de saúde e nos hospitais estão mais caras desde o dia 1 de Fevereiro. Da decisão do Governo de agravar ainda mais os custos em Saúde, publicada em Portaria, resulta que as consultas nos hospitais centrais passaram a custar 4,50 euros (mais 20 cêntimos), nos distritais o valor sobe para três euros (mais 15 cêntimos) e nos centros de saúde o utente passa a desembolsar 2,20 euros (mais 10 cêntimos).
A taxa moderadora das urgências, variando consoante a tipologia do hospital, custa agora entre os 8,40 euros e os 9,40 euros, cifrando-se em 3,70 euros nos centros de saúde. Agravamentos sofreram também os custos de internamento (subiu para 5,20 euros/dia) e o serviço de domicílio que passou a custar 4,70 euros. Cirurgia de ambulatório é o único acto que viu a taxa reduzida.
Reagindo a estes aumentos, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) considera que «contrariam frontalmente» a Constituição, representando, a somar aos já verificados no início do ano em bens e serviços de primeira necessidade, um considerável agravamento das «dificuldades económicas em que vivem muitos milhares de famílias portuguesas».
A taxa moderadora das urgências, variando consoante a tipologia do hospital, custa agora entre os 8,40 euros e os 9,40 euros, cifrando-se em 3,70 euros nos centros de saúde. Agravamentos sofreram também os custos de internamento (subiu para 5,20 euros/dia) e o serviço de domicílio que passou a custar 4,70 euros. Cirurgia de ambulatório é o único acto que viu a taxa reduzida.
Reagindo a estes aumentos, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) considera que «contrariam frontalmente» a Constituição, representando, a somar aos já verificados no início do ano em bens e serviços de primeira necessidade, um considerável agravamento das «dificuldades económicas em que vivem muitos milhares de famílias portuguesas».