Combater a repressão
Mais de mil e 500 pessoas, entre os quais dirigentes sociais e políticos de esquerda, estão a ser perseguidas por se oporem à política de direita levada a cabo pelo presidente Alan García, afirma o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores do Peru (CGTP). Para Mario Huamán Rivera, o governo «não aceita críticas de qualquer espécie» e, por este caminho, «converterá rapidamente o regime democrático numa ditadura».
As palavras do dirigente laboral foram proferidas durante a romagem ao túmulo do histórico dirigente Isidoro Gamarra, por ocasião do 102.º aniversário do seu nascimento. Na iniciativa de homenagem ao percursor do sindicalismo de classe no país e fundador da CGTP, participaram, para além de familiares, amigos e activistas políticos e sociais, dirigentes das estruturas representativas dos trabalhadores da construção civil, gráficos, professores e telecomunicações.
No acto, Mario Rivera sublinhou ainda que «a lista de perseguidos aumenta a cada dia. Tudo o que se diga em defesa da soberania ou dos direitos dos trabalhadores é entendido como um ataque ao governo, como uma forma de desestabilizar a democracia».
Neste contexto, estava previsto realizar-se ontem, 14, em Lima, capital do Peru, uma concentração frente à presidência do Conselho de Ministros promovida, entre outros, pela Confederação, pela Coordenadora Política-Social, e pelos Partidos Comunistas do Peru – Pátria Roja e Peruano, cujos dirigentes são particularmente visados na campanha movida pelo executivo de Alan García.
Os objectivos do protesto passavam por exigir a libertação imediata de Buenaventura Vera, secretário-geral do Sindicato da Construção Civil de Lima, e dar início a um conjunto de jornadas de mobilização popular em torno da defesa dos direitos sociais e políticos e da consolidação de uma alternativa política de esquerda no país.
As palavras do dirigente laboral foram proferidas durante a romagem ao túmulo do histórico dirigente Isidoro Gamarra, por ocasião do 102.º aniversário do seu nascimento. Na iniciativa de homenagem ao percursor do sindicalismo de classe no país e fundador da CGTP, participaram, para além de familiares, amigos e activistas políticos e sociais, dirigentes das estruturas representativas dos trabalhadores da construção civil, gráficos, professores e telecomunicações.
No acto, Mario Rivera sublinhou ainda que «a lista de perseguidos aumenta a cada dia. Tudo o que se diga em defesa da soberania ou dos direitos dos trabalhadores é entendido como um ataque ao governo, como uma forma de desestabilizar a democracia».
Neste contexto, estava previsto realizar-se ontem, 14, em Lima, capital do Peru, uma concentração frente à presidência do Conselho de Ministros promovida, entre outros, pela Confederação, pela Coordenadora Política-Social, e pelos Partidos Comunistas do Peru – Pátria Roja e Peruano, cujos dirigentes são particularmente visados na campanha movida pelo executivo de Alan García.
Os objectivos do protesto passavam por exigir a libertação imediata de Buenaventura Vera, secretário-geral do Sindicato da Construção Civil de Lima, e dar início a um conjunto de jornadas de mobilização popular em torno da defesa dos direitos sociais e políticos e da consolidação de uma alternativa política de esquerda no país.