Secundário em luta
Mais de 150 mil alunos do secundário manifestaram-se, dia 18, por toda a França contra o projecto de reforma deste grau de ensino, avançado pelo ministro da Educação, Xavier Darcos, que, na véspera, decidiu recuar, propondo um debate alargado sobre todo dossier.
As principais federações da Educação, associações de estudantes, pais e alunos não desarmam e marcaram nova jornada nacional de luta para 17 de Janeiro contra a supressão de postos de trabalho, prevista no orçamento de Estado e outras medias restritivas do governo.
Confrontos com a polícia foram registados em Paris e Lyon, onde a polícia interveio com gás lacrimogénio para dispersar os manifestantes.
A dimensão do protesto foi reconhecida pelo próprio primeiro-ministro, François Filllon, que se mostrou disponível para «reabrir as consultas» e «aceitar alterações à reforma». No entanto manteve que não é sua intenção «enterrar a reforma».
As principais federações da Educação, associações de estudantes, pais e alunos não desarmam e marcaram nova jornada nacional de luta para 17 de Janeiro contra a supressão de postos de trabalho, prevista no orçamento de Estado e outras medias restritivas do governo.
Confrontos com a polícia foram registados em Paris e Lyon, onde a polícia interveio com gás lacrimogénio para dispersar os manifestantes.
A dimensão do protesto foi reconhecida pelo próprio primeiro-ministro, François Filllon, que se mostrou disponível para «reabrir as consultas» e «aceitar alterações à reforma». No entanto manteve que não é sua intenção «enterrar a reforma».