Aumenta o flagelo das doenças profissionais
As doenças profissionais estão a aumentar no nosso País, deixando milhares de pessoas inválidas. Só na última década, segundo dados do Centro Nacional de Protecção Contra Riscos Profissionais, mais de 25 mil portugueses contraíram doenças crónicas em resultado do trabalho. A somar ao infortúnio, apenas metade destes trabalhadores recebe indemnizações.
Nos últimos três anos elevou-se a quase quatro centenas o número de trabalhadores que morreram por doenças contraídas no exercício da sua actividade profissional, sobretudo por doenças respiratórias.
Actualmente, no topo da lista, segundo informação daquele organismo, estão as doenças musculares e esqueléticas como a paralisia e a tendinite (originadas pela má postura e movimentos repetitivos), seguidas pela surdez, originada pelo ruído, e pelas doenças do foro respiratório devido à inalação de poeiras e agentes químicos.
Nos últimos três anos elevou-se a quase quatro centenas o número de trabalhadores que morreram por doenças contraídas no exercício da sua actividade profissional, sobretudo por doenças respiratórias.
Actualmente, no topo da lista, segundo informação daquele organismo, estão as doenças musculares e esqueléticas como a paralisia e a tendinite (originadas pela má postura e movimentos repetitivos), seguidas pela surdez, originada pelo ruído, e pelas doenças do foro respiratório devido à inalação de poeiras e agentes químicos.