Incentivar o ódio é crime
O líder do grupo de extrema-direita Hammerskins em Portugal, Mário Machado, foi, sexta-feira, condenado, pelo Tribunal Criminal de Lisboa, a quatro anos e 10 meses de prisão efectiva, pelos crimes de discriminação racial, coacção agravada, detenção de arma ilegal, ameaça, dano e ofensa à integridade física qualificada.
Para além do líder nacionalista, num julgamento com outros 35 arguídos, foram ainda condenados a penas efectivas os arguídos Alexandre Dias, Rui Veríssimo, Paulo Maia, Pedro Isaac e Paulo Lama.
Em comunicado, o SOS Racismo congratulou-se com a condenação, considerando que «pela primeira vez na história portuguesa» foi provado que «incentivar ao ódio contra os outros é crime». «Uma ideologia que defende o ódio, que defende a violência contra terceiros, que defende o uso de armas como estratégia, que defende a discriminação, que defende o nazismo não pode ser aceitável em nenhuma sociedade que assente os seus princípios no respeito pelos Direitos Humanos», refere o movimento.
Para além do líder nacionalista, num julgamento com outros 35 arguídos, foram ainda condenados a penas efectivas os arguídos Alexandre Dias, Rui Veríssimo, Paulo Maia, Pedro Isaac e Paulo Lama.
Em comunicado, o SOS Racismo congratulou-se com a condenação, considerando que «pela primeira vez na história portuguesa» foi provado que «incentivar ao ódio contra os outros é crime». «Uma ideologia que defende o ódio, que defende a violência contra terceiros, que defende o uso de armas como estratégia, que defende a discriminação, que defende o nazismo não pode ser aceitável em nenhuma sociedade que assente os seus princípios no respeito pelos Direitos Humanos», refere o movimento.