Balanço negativo abre última sessão
«A resposta é, sem dúvida, negativa», afirmou Bernardino Soares, depois de, na declaração política com que, dia 17, assinalou o início da última sessão legislativa deste mandato, ter perguntado «o que mudou desde que o PS formou Governo», se «a vida está melhor para os portugueses» e se «o País progrediu».
Lembrou o líder parlamentar comunista que, «ao longo destes mais de três anos, os trabalhadores do sector público e do sector privado viram os seus salários diminuir e as suas despesas aumentar», a economia «agravou os seus défices estruturais e continuou a divergir da União Europeia», o desemprego «subiu para níveis muito elevados» e a precariedade «alastrou», enquanto «as assimetrias regionais não cessaram de se agravar».
No tempo decorrido deste mandato de maioria absoluta PS, prosseguiu o dirigente e deputado comunista, «as universidades e politécnicos são sujeitos ao garrote financeiro» e «os estudantes, à míngua de apoio social, são entregues pelo Governo, de mão beijada, à banca». Esta «acaba de anunciar 1.070 milhões de euros de lucro, no primeiro semestre, baixando a taxa implícita de IRC para 12,5 por cento, metade do valor previsto na lei», mas «mais de um milhão de famílias viram a prestação dos seus empréstimos para habitação aumentar 50, 100 ou 200 euros».
O Governo, empossado a 12 de Março de 2005, «dizimou serviços públicos por todo o País e privatizou boa parte dos que restam», «manietou e partidarizou a Administração Pública, atacando os seus trabalhadores». A injustiça cresceu, quer nos impostos, quer na distribuição da riqueza. «O País está, portanto, pior», concluiu Bernardino Soares, acusando o executivo de José Sócrates de «redobrar os banhos de propaganda», para «esconder as suas responsabilidades no Estado a que o País chegou».
Lembrou o líder parlamentar comunista que, «ao longo destes mais de três anos, os trabalhadores do sector público e do sector privado viram os seus salários diminuir e as suas despesas aumentar», a economia «agravou os seus défices estruturais e continuou a divergir da União Europeia», o desemprego «subiu para níveis muito elevados» e a precariedade «alastrou», enquanto «as assimetrias regionais não cessaram de se agravar».
No tempo decorrido deste mandato de maioria absoluta PS, prosseguiu o dirigente e deputado comunista, «as universidades e politécnicos são sujeitos ao garrote financeiro» e «os estudantes, à míngua de apoio social, são entregues pelo Governo, de mão beijada, à banca». Esta «acaba de anunciar 1.070 milhões de euros de lucro, no primeiro semestre, baixando a taxa implícita de IRC para 12,5 por cento, metade do valor previsto na lei», mas «mais de um milhão de famílias viram a prestação dos seus empréstimos para habitação aumentar 50, 100 ou 200 euros».
O Governo, empossado a 12 de Março de 2005, «dizimou serviços públicos por todo o País e privatizou boa parte dos que restam», «manietou e partidarizou a Administração Pública, atacando os seus trabalhadores». A injustiça cresceu, quer nos impostos, quer na distribuição da riqueza. «O País está, portanto, pior», concluiu Bernardino Soares, acusando o executivo de José Sócrates de «redobrar os banhos de propaganda», para «esconder as suas responsabilidades no Estado a que o País chegou».