Festival de Veneza
A sexagésima edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza abriu as portas, na passada quarta-feira, contando com a participação de dois cineastas portugueses, Manoel de oliveira e Ricardo Costa.
Entre as vinte longas-metragens que estarão a concurso para um dos mais importantes galardões do cinema europeu, o Leão de Ouro, encontra-se o último filme de Manoel de Oliveira, intitulado «Filme Falado», que só será exibido em Portugal em meados de Novembro.
Da selecção da mostra deste ano destacam-se diversos filmes que abordam as relações entre as civilizações ocidental, judaico-cristã, e oriental de matriz muçulmana, procurando a organização, por via da sétima arte, abrir o debate em torno da problemática.
Assim, o prémio «Carreira» foi este ano atribuído ao egípcio Omar Sharif, pelos cinquenta anos de vida cinematográfica, no decurso dos quais interpretou personagens como Gengis Khan ou Capitão Nemo nas «Vinte Mil Léguas Submarinas».
O Filme «O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão», em exibição no certame de Veneza, marca o regresso do actor de 72 anos na interpretação do papel de emigrante árabe num bairro popular de Paris, em 1960, que se torna «mentor» de um adolescente judeu mal amado pelo pai.
Entre as vinte longas-metragens que estarão a concurso para um dos mais importantes galardões do cinema europeu, o Leão de Ouro, encontra-se o último filme de Manoel de Oliveira, intitulado «Filme Falado», que só será exibido em Portugal em meados de Novembro.
Da selecção da mostra deste ano destacam-se diversos filmes que abordam as relações entre as civilizações ocidental, judaico-cristã, e oriental de matriz muçulmana, procurando a organização, por via da sétima arte, abrir o debate em torno da problemática.
Assim, o prémio «Carreira» foi este ano atribuído ao egípcio Omar Sharif, pelos cinquenta anos de vida cinematográfica, no decurso dos quais interpretou personagens como Gengis Khan ou Capitão Nemo nas «Vinte Mil Léguas Submarinas».
O Filme «O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão», em exibição no certame de Veneza, marca o regresso do actor de 72 anos na interpretação do papel de emigrante árabe num bairro popular de Paris, em 1960, que se torna «mentor» de um adolescente judeu mal amado pelo pai.