Defesa acusa juiz
Apesar de estarem previstas para a passada segunda-feira, no Centro de Estudos Judiciais, em Lisboa, as inquirições para memória futura previstas no processo Casa Pia foram suspensas.
Todos os advogados de defesa, exceptuando o representante de Carlos Silvino, apresentaram ao Tribunal da Relação de Lisboa um «incidente de recusa», pedindo a substituição do juiz de instrução do processo, alegando parcialidade na condução da investigação.
Em causa está um despacho, emitido sexta-feira, no qual o juiz alterou a forma de auscultação das testemunhas de um «cara a cara» para videoconferência, decisão que foi tomada na sequência do recurso do Ministério Público ao Tribunal de Instrução Criminal, com base num parecer de pedopsiquiatras e psicólogos, que alertava para os efeitos traumáticos que a confrontação «cara a cara» poderia provocar nas vítimas.
Os advogados de defesa entendem que tal representa uma cedência às posições do MP, pedindo o afastamento de Rui Teixeira e a substituição por outro magistrado.
Todos os advogados de defesa, exceptuando o representante de Carlos Silvino, apresentaram ao Tribunal da Relação de Lisboa um «incidente de recusa», pedindo a substituição do juiz de instrução do processo, alegando parcialidade na condução da investigação.
Em causa está um despacho, emitido sexta-feira, no qual o juiz alterou a forma de auscultação das testemunhas de um «cara a cara» para videoconferência, decisão que foi tomada na sequência do recurso do Ministério Público ao Tribunal de Instrução Criminal, com base num parecer de pedopsiquiatras e psicólogos, que alertava para os efeitos traumáticos que a confrontação «cara a cara» poderia provocar nas vítimas.
Os advogados de defesa entendem que tal representa uma cedência às posições do MP, pedindo o afastamento de Rui Teixeira e a substituição por outro magistrado.