Exposições e debates no Pavilhão Central
Resistir às ofensivas do Governo PSD/PP contra os direitos dos trabalhadores, a luta contra o Código do Trabalho, os despedimentos e o desemprego; o combate à privatização de sectores - chave da economia, às «empresarializações» hospitalares, à fraude e à corrupção, e contra um ensino cada vez mais elitista, vão ser temas da exposição política no Pavilhão Central.
Num espaço de 650 metros quadrados estarão patentes as propostas do PCP para a sociedade, e serão evocados momentos de referência da história da vida do Partido e do povo português.
A situação internacional, a luta contra a globalização neoliberal, pela paz e contra as guerras imperialistas, pela solidariedade e o direito de autodeterminação dos povos são ainda outros temas importantes das exposições.
Ary, poeta da revolução de Abril
Em homenagem ao poeta comunista de Abril, José Carlos Ary dos Santos, «Ary, poeta da revolução», é uma exposição que se estende ao longo de 130 metros quadrados, onde se poderá ver documentos e manuscritos escritos pela mão do poeta, completada com um filme com imagens de arquivo do PCP e testemunhos de companheiros de luta e de canções deste poeta do século XX. Também presente vai estar algum do mobiliário onde Ary criou muitas das suas melhores obras. Um conjunto de painéis com poemas do autor, intitulado «A poesia está na Festa» completam esta homenagem, na passagem do 20.º aniversário da sua morte.
Recordar o passado para construir o futuro
A comemoração dos «60 anos das greves de 1943» é motivo para um painel evocativo onde se recorda a luta heróica do povo português no período fascista, quando a suástica nazi ameaçava o mundo inteiro, em plena Segunda Grande Guerra.
É a homenagem aos combatentes pela liberdade , aos trabalhadores e ao povo português que, sob a orientação e organização do PCP na clandestinidade, se mobilizou em protestos e paralisações quando a fome e a miséria assolavam todo o país.
Avante! e O Militante
Num ano em que o vídeo e a fotografia terão particular destaque no Pavilhão Central, no Espaço da Imprensa do PCP, um filme pretende dar a conhecer o trabalho e o papel único e insubstituível da imprensa comunista para a sociedade portuguesa e para os trabalhadores.
O visitante poderá confraternizar com aqueles que fazem e fizeram do Avante! e de O Militante a voz de quem trabalha no combate à exploração e na luta por uma sociedade sem exploradores nem explorados, socialista, rumo ao comunismo.
Numa banca para o efeito, pode-se assinar o Avante! e O Militante, e obter esclarecimentos sobre o PCP, sua teoria e prática, e tomar contacto com o Partido.
Uma exposição sobre a importância da imprensa do PCP para as várias camadas sociais, e o prelo - no qual se imprimia a imprensa nos tempos de clandestinidade - podem ser apreciados neste espaço. O público pode aqui adquirir uma réplica da impressão clandestina, feita no momento por camaradas que executaram aquela tarefa durante os tempos do fascismo.
Marx: 120 anos
Uma retrospectiva da vida e das obras de Karl Marx será tema para uma exposição que pretende assinalar a passagem dos 120 anos sobre a sua morte. Com trechos das suas obras mais conhecidas - de onde se destaca O Capital e O Manifesto Comunista - o visitante pode ficar a conhecer o trajecto da vida atribulada deste teórico revolucionário do século XIX, determinante para se compreender as bases da sociedade capitalista e as mudanças sociais que decorreram ao longo de todo o século XX, até aos dias de hoje.
Banca do Pavilhão Central
Na banca do pavilhão central, uma série de materiais do Partido estarão à disposição. Das t-shirts aos pins, canetas, CD’s com a Carvalhesa, o Avante!, Camarada e A Internacional, aos vídeos sobre anteriores edições da Festa, tudo isto e muito mais estará à venda nesta banca onde a já famosa caixinha de música em formato de prelo com o som de A Internacional, tem o seu lugar garantido.
No fórum de debates «À conversa com...», (ver programa) os grande temas da actualidade nacional e internacional vão ser motivo de vivos, interessantes e participados debates, à semelhança de anteriores edições.
«As políticas que queimam»
Depois dos incêndios terem lavrado mais de três centenas de milhar de hectares de terras durante o Verão, devido à negligência do Governo por não ter posto em prática as propostas do PCP apresentadas na Assembleia da República, em Janeiro passado, e aprovadas por unanimidade de todos os grupos parlamentares, o Pavilhão Central vai ter uma exposição subordinada ao tema.
Será a denúncia de uma negligência que deixou muitas centenas de famílias sem nada e - como afirmou o Secretário Geral do PCP, Carlos Carvalhas - «uma paisagem lunar» em vastas áreas do território nacional.
«Do prelo à Net»
Uma das grandes novidades desta Festa será a existência de um ecrã gigante que, além de projectar imagens de espectáculos que vão decorrendo durante a Festa, apresentará também um trabalho realizado pelo DEP do PCP sobre a história da imprensa do Partido.
«Do prelo à Net» é o nome deste documentário de cerca de 30 minutos, que conta a história da imprensa comunista desde a «longa noite fascista» na clandestinidade, até à actualidade, onde o Avante! e O Militante têm um papel insubstituível.
Bar d’Amizade
Lugar de confraternização e maior tranquilidade, a este bar do Pavilhão Central não vão faltar os cocktails e um serviço de bar de grande qualidade onde até o café é servido em chávenas de porcelana.
Mas a grande novidade deste espaço é uma esplanada panorâmica, voltada para o Palco 25 de Abril, que pretende tornar ainda mais agradável um espaço sempre aprazível de amizade, camaradagem e muita sombra.
Mural da Soeiro
Em aniversário está também o mural de azulejo do exterior da sede nacional do PCP, na Rua Soeiro Pereira Gomes, em Lisboa, que completa 25 anos de idade. Trata-se de um painel mural de cerâmica da autoria 39 artistas plásticos, concebido em 1978 para decoração da nova sede nacional do PCP. Foi realizado na fábrica Viúva Lamego e a sua conclusão levou dois anos. Dos 39 projectos que se misturam neste trabalho colectivo, foram utilizados o azulejo industrial, a ardósia, o cimento moldado, o betão, o azulejo cerâmico, a pedra, a tijoleira e o mosaico. Para criar a unidade e harmonia de todos estes trabalhos num único painel, a colaboração de Rogério Ribeiro foi determinante, bem como a de Querubim Lapa, conhecedor das técnicas de fabrico e montagem.
Cada artista teve direito a um metro quadrado e, até hoje, trata-se da maior obra colectiva deste género existente em Portugal. Uma réplica desta obra de rara e reconhecida qualidade estética vai estar patente, acompanhada pelos estudos de pormenor.
A Festa vai ter à disposição dos visitantes uma serigrafia dividida em duas partes - tal como o original - dividida em formato 1 x 0,23 metros cada. É uma edição de 200 exemplares numerados e autenticados que vai estar à venda na Banca do Pavilhão Central por 150 euros. Pode fazer a sua reserva por e-mail: [email protected], ou por Correio para a Rua Soeiro Pereira Gomes, n.º 3, 1600 - 196 Lisboa.
T-shirt’s, marcadores de livros e agendas para 2004 decoradas com o mesmo painel vão também estar à venda na Festa.
Debates do Fórum
Sexta-feira
21h30
O Código do Trabalho e a luta dos trabalhadores
com Jerónimo de Sousa
Sábado
15h00
A questão social, a esquerda e o actual movimento na Europa
com Albano Nunes, Agostinho Lopes e Ilda Figueiredo
18h00
A guerra e a paz no mundo
com Albano Nunes, Jorge Cadima e Nelson Silva
21h00
A Reforma do Sistema Político
com Bernardino Soares e Vítor Dias
Domingo
15h00
Ano Internacional do Deficiente
com Ilda Figueiredo e Humberto Santos
Espaço Imprensa
«À conversa com...»
Sexta-feira
21h00
A imprensa do Partido e a luta das ideias
com Fernando Correia e Anabela Fino
Sábado
15h00
O Marxismo: uma concepção revolucionária do mundo
com Francisco Melo e Aurélio Santos
18h00
Cultura, democracia e revolução
com Manuel Gusmão, Manuel Augusto Araújo e Francisco Silva
21h00
Para onde vai o mundo? Perigos e potencialidades
com Albano Nunes e Luís Carapinha
Domingo
15h00
Mudanças sociais e luta de classes
com Francisco Lopes, Costa Feijão e Fernando Marques
Não à Lei dos Partidos
Este postal vai estar à disposição de todos os visitantes que queiram expressar o seu repúdio contra esta lei, em nome dos valores de Abril, da democracia e da liberdade.
A situação internacional, a luta contra a globalização neoliberal, pela paz e contra as guerras imperialistas, pela solidariedade e o direito de autodeterminação dos povos são ainda outros temas importantes das exposições.
Ary, poeta da revolução de Abril
Em homenagem ao poeta comunista de Abril, José Carlos Ary dos Santos, «Ary, poeta da revolução», é uma exposição que se estende ao longo de 130 metros quadrados, onde se poderá ver documentos e manuscritos escritos pela mão do poeta, completada com um filme com imagens de arquivo do PCP e testemunhos de companheiros de luta e de canções deste poeta do século XX. Também presente vai estar algum do mobiliário onde Ary criou muitas das suas melhores obras. Um conjunto de painéis com poemas do autor, intitulado «A poesia está na Festa» completam esta homenagem, na passagem do 20.º aniversário da sua morte.
Recordar o passado para construir o futuro
A comemoração dos «60 anos das greves de 1943» é motivo para um painel evocativo onde se recorda a luta heróica do povo português no período fascista, quando a suástica nazi ameaçava o mundo inteiro, em plena Segunda Grande Guerra.
É a homenagem aos combatentes pela liberdade , aos trabalhadores e ao povo português que, sob a orientação e organização do PCP na clandestinidade, se mobilizou em protestos e paralisações quando a fome e a miséria assolavam todo o país.
Avante! e O Militante
Num ano em que o vídeo e a fotografia terão particular destaque no Pavilhão Central, no Espaço da Imprensa do PCP, um filme pretende dar a conhecer o trabalho e o papel único e insubstituível da imprensa comunista para a sociedade portuguesa e para os trabalhadores.
O visitante poderá confraternizar com aqueles que fazem e fizeram do Avante! e de O Militante a voz de quem trabalha no combate à exploração e na luta por uma sociedade sem exploradores nem explorados, socialista, rumo ao comunismo.
Numa banca para o efeito, pode-se assinar o Avante! e O Militante, e obter esclarecimentos sobre o PCP, sua teoria e prática, e tomar contacto com o Partido.
Uma exposição sobre a importância da imprensa do PCP para as várias camadas sociais, e o prelo - no qual se imprimia a imprensa nos tempos de clandestinidade - podem ser apreciados neste espaço. O público pode aqui adquirir uma réplica da impressão clandestina, feita no momento por camaradas que executaram aquela tarefa durante os tempos do fascismo.
Marx: 120 anos
Uma retrospectiva da vida e das obras de Karl Marx será tema para uma exposição que pretende assinalar a passagem dos 120 anos sobre a sua morte. Com trechos das suas obras mais conhecidas - de onde se destaca O Capital e O Manifesto Comunista - o visitante pode ficar a conhecer o trajecto da vida atribulada deste teórico revolucionário do século XIX, determinante para se compreender as bases da sociedade capitalista e as mudanças sociais que decorreram ao longo de todo o século XX, até aos dias de hoje.
Banca do Pavilhão Central
Na banca do pavilhão central, uma série de materiais do Partido estarão à disposição. Das t-shirts aos pins, canetas, CD’s com a Carvalhesa, o Avante!, Camarada e A Internacional, aos vídeos sobre anteriores edições da Festa, tudo isto e muito mais estará à venda nesta banca onde a já famosa caixinha de música em formato de prelo com o som de A Internacional, tem o seu lugar garantido.
No fórum de debates «À conversa com...», (ver programa) os grande temas da actualidade nacional e internacional vão ser motivo de vivos, interessantes e participados debates, à semelhança de anteriores edições.
«As políticas que queimam»
Depois dos incêndios terem lavrado mais de três centenas de milhar de hectares de terras durante o Verão, devido à negligência do Governo por não ter posto em prática as propostas do PCP apresentadas na Assembleia da República, em Janeiro passado, e aprovadas por unanimidade de todos os grupos parlamentares, o Pavilhão Central vai ter uma exposição subordinada ao tema.
Será a denúncia de uma negligência que deixou muitas centenas de famílias sem nada e - como afirmou o Secretário Geral do PCP, Carlos Carvalhas - «uma paisagem lunar» em vastas áreas do território nacional.
«Do prelo à Net»
Uma das grandes novidades desta Festa será a existência de um ecrã gigante que, além de projectar imagens de espectáculos que vão decorrendo durante a Festa, apresentará também um trabalho realizado pelo DEP do PCP sobre a história da imprensa do Partido.
«Do prelo à Net» é o nome deste documentário de cerca de 30 minutos, que conta a história da imprensa comunista desde a «longa noite fascista» na clandestinidade, até à actualidade, onde o Avante! e O Militante têm um papel insubstituível.
Bar d’Amizade
Lugar de confraternização e maior tranquilidade, a este bar do Pavilhão Central não vão faltar os cocktails e um serviço de bar de grande qualidade onde até o café é servido em chávenas de porcelana.
Mas a grande novidade deste espaço é uma esplanada panorâmica, voltada para o Palco 25 de Abril, que pretende tornar ainda mais agradável um espaço sempre aprazível de amizade, camaradagem e muita sombra.
Mural da Soeiro
Em aniversário está também o mural de azulejo do exterior da sede nacional do PCP, na Rua Soeiro Pereira Gomes, em Lisboa, que completa 25 anos de idade. Trata-se de um painel mural de cerâmica da autoria 39 artistas plásticos, concebido em 1978 para decoração da nova sede nacional do PCP. Foi realizado na fábrica Viúva Lamego e a sua conclusão levou dois anos. Dos 39 projectos que se misturam neste trabalho colectivo, foram utilizados o azulejo industrial, a ardósia, o cimento moldado, o betão, o azulejo cerâmico, a pedra, a tijoleira e o mosaico. Para criar a unidade e harmonia de todos estes trabalhos num único painel, a colaboração de Rogério Ribeiro foi determinante, bem como a de Querubim Lapa, conhecedor das técnicas de fabrico e montagem.
Cada artista teve direito a um metro quadrado e, até hoje, trata-se da maior obra colectiva deste género existente em Portugal. Uma réplica desta obra de rara e reconhecida qualidade estética vai estar patente, acompanhada pelos estudos de pormenor.
A Festa vai ter à disposição dos visitantes uma serigrafia dividida em duas partes - tal como o original - dividida em formato 1 x 0,23 metros cada. É uma edição de 200 exemplares numerados e autenticados que vai estar à venda na Banca do Pavilhão Central por 150 euros. Pode fazer a sua reserva por e-mail: [email protected], ou por Correio para a Rua Soeiro Pereira Gomes, n.º 3, 1600 - 196 Lisboa.
T-shirt’s, marcadores de livros e agendas para 2004 decoradas com o mesmo painel vão também estar à venda na Festa.
Debates do Fórum
Sexta-feira
21h30
O Código do Trabalho e a luta dos trabalhadores
com Jerónimo de Sousa
Sábado
15h00
A questão social, a esquerda e o actual movimento na Europa
com Albano Nunes, Agostinho Lopes e Ilda Figueiredo
18h00
A guerra e a paz no mundo
com Albano Nunes, Jorge Cadima e Nelson Silva
21h00
A Reforma do Sistema Político
com Bernardino Soares e Vítor Dias
Domingo
15h00
Ano Internacional do Deficiente
com Ilda Figueiredo e Humberto Santos
Espaço Imprensa
«À conversa com...»
Sexta-feira
21h00
A imprensa do Partido e a luta das ideias
com Fernando Correia e Anabela Fino
Sábado
15h00
O Marxismo: uma concepção revolucionária do mundo
com Francisco Melo e Aurélio Santos
18h00
Cultura, democracia e revolução
com Manuel Gusmão, Manuel Augusto Araújo e Francisco Silva
21h00
Para onde vai o mundo? Perigos e potencialidades
com Albano Nunes e Luís Carapinha
Domingo
15h00
Mudanças sociais e luta de classes
com Francisco Lopes, Costa Feijão e Fernando Marques
Não à Lei dos Partidos
Este postal vai estar à disposição de todos os visitantes que queiram expressar o seu repúdio contra esta lei, em nome dos valores de Abril, da democracia e da liberdade.