A arma
Maria Irene. 26 anos, operária da Alcoa, Seixal
militante do PCP. Lê o Avante! à noite, em casa.
Trabalha naAlcoa, uma unidade de cabelagens eléctricas, onde o trabalho é intenso e gera muitas doenças profissionais.
À semelhança de tantas outras fábricas por este país fora, também aqui a ameaça de despedimentos paira constantemente no ar.
A mãe já era militante do Partido e tinha por tarefa fazer chegar aos camaradas de uma colectividade do bairro onde residiam, o Avante! e O Militante. Maria Irene também passava muitos dias naquela colectividade, ajudava no que podia e ganhou o hábito de, todas as quintas-feiras à noite, ler o Avante! .
A primeira coisa que lhe chamou à atenção neste semanário, foi o facto de ser um jornal «que fala de tudo o que interessa».
Naquela colectividade, paravam muitos operários da Siderurgia Nacional e Maria Irene habituou-se, desde pequena, a ouvir falar nas lutas dos trabalhadores «que me levaram a interessar-me também por ler o Avante!. Foi a ler o jornal do PCP que me fui inteirando sobre as coisas que aqueles operários discutiam na colectividade».
Hoje, Maria Irene considera que este semanário «é sempre importante porque é um jornal que destaca sempre as lutas e a defesa dos direitos dos trabalhadores, como se viu e tem visto recentemente, no combate que soube dar ao Código do Trabalho, esclarecendo como é abusivo e atentatório dos direitos de quem trabalha. Explica as coisas com toda a clareza. No fundo, é uma arma que está à disposição de todos os trabalhadores que não queiram deixar-se enganar».
Considera que os outros jornais têm muito a aprender com o Avante! porque «tentam tratar o Código com “paninhos quentes”, como se não fosse assim tão grave, contribuindo mais para gerar confusão e controvérsia do que para informar sobre as verdadeiras consequências do pacote de medidas que mais não pretende senão retirar aos trabalhadores os poucos direitos que lhes restam e diminuir-lhes ainda mais o poder de compra. E nós portugueses ganhamos uma miséria, se compararmos com todos os outros povos da União Europeia».
«Se não fores egoísta, se te preocupares com as pessoas à tua volta, se te preocupas com a tua condição enquanto trabalhador, se queres estar consciente da realidade, o Avante! é o jornal indicado porque trata todos os assuntos com verdade. Basta ver a forma como os outros jornais ao serviço do Capital e dos grandes grupos económicos deturpam a mensagem do PCP para compreender a importância deste jornal».
Desmascarar verdades
Maria Irene dá ainda o exemplo da forma como o Avante! tratou a invasão norte-americana do Iraque: «serviu para desmascarar muitas verdades que todos os jornais de grande tiragem, tudo fizeram para omitir e deturpar. Foi muito importante desmascarar os americanos que não são nenhuns libertadores de povo nenhum, bem pelo contrário, atacam as pessoas e os povos de todas as formas e não só com guerra. Atacam até em termos culturais. Basta vermos Portugal, que vai assimilando valores que não são os nossos. Neste sentido, o Avante! ajuda muito a compreender estas realidades. É a prova de que há outros caminhos e outras coisas para ler, outras formas de pensar e outras soluções que o nosso jornal reflecte, como mais nenhum outro jornal em Portugal».«Mesmo que não se seja comunista, quem lê o Avante! encontra muitas coisas que a restante comunicação social não divulga, ou se o faz, é faltando à verdade».
À semelhança de tantas outras fábricas por este país fora, também aqui a ameaça de despedimentos paira constantemente no ar.
A mãe já era militante do Partido e tinha por tarefa fazer chegar aos camaradas de uma colectividade do bairro onde residiam, o Avante! e O Militante. Maria Irene também passava muitos dias naquela colectividade, ajudava no que podia e ganhou o hábito de, todas as quintas-feiras à noite, ler o Avante! .
A primeira coisa que lhe chamou à atenção neste semanário, foi o facto de ser um jornal «que fala de tudo o que interessa».
Naquela colectividade, paravam muitos operários da Siderurgia Nacional e Maria Irene habituou-se, desde pequena, a ouvir falar nas lutas dos trabalhadores «que me levaram a interessar-me também por ler o Avante!. Foi a ler o jornal do PCP que me fui inteirando sobre as coisas que aqueles operários discutiam na colectividade».
Hoje, Maria Irene considera que este semanário «é sempre importante porque é um jornal que destaca sempre as lutas e a defesa dos direitos dos trabalhadores, como se viu e tem visto recentemente, no combate que soube dar ao Código do Trabalho, esclarecendo como é abusivo e atentatório dos direitos de quem trabalha. Explica as coisas com toda a clareza. No fundo, é uma arma que está à disposição de todos os trabalhadores que não queiram deixar-se enganar».
Considera que os outros jornais têm muito a aprender com o Avante! porque «tentam tratar o Código com “paninhos quentes”, como se não fosse assim tão grave, contribuindo mais para gerar confusão e controvérsia do que para informar sobre as verdadeiras consequências do pacote de medidas que mais não pretende senão retirar aos trabalhadores os poucos direitos que lhes restam e diminuir-lhes ainda mais o poder de compra. E nós portugueses ganhamos uma miséria, se compararmos com todos os outros povos da União Europeia».
«Se não fores egoísta, se te preocupares com as pessoas à tua volta, se te preocupas com a tua condição enquanto trabalhador, se queres estar consciente da realidade, o Avante! é o jornal indicado porque trata todos os assuntos com verdade. Basta ver a forma como os outros jornais ao serviço do Capital e dos grandes grupos económicos deturpam a mensagem do PCP para compreender a importância deste jornal».
Desmascarar verdades
Maria Irene dá ainda o exemplo da forma como o Avante! tratou a invasão norte-americana do Iraque: «serviu para desmascarar muitas verdades que todos os jornais de grande tiragem, tudo fizeram para omitir e deturpar. Foi muito importante desmascarar os americanos que não são nenhuns libertadores de povo nenhum, bem pelo contrário, atacam as pessoas e os povos de todas as formas e não só com guerra. Atacam até em termos culturais. Basta vermos Portugal, que vai assimilando valores que não são os nossos. Neste sentido, o Avante! ajuda muito a compreender estas realidades. É a prova de que há outros caminhos e outras coisas para ler, outras formas de pensar e outras soluções que o nosso jornal reflecte, como mais nenhum outro jornal em Portugal».«Mesmo que não se seja comunista, quem lê o Avante! encontra muitas coisas que a restante comunicação social não divulga, ou se o faz, é faltando à verdade».