Portugal desigual
Portugal é segundo país europeu com maior diferença salarial entre sexos, com os homens a ganharem 25,4 por cento mais que as mulheres, contra uma média europeia de 15,9 por cento.
As portuguesas são das mais afectadas em toda a Europa
Segundo dados do relatório anual de 2007 da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) apenas na Eslováquia a diferença salarial entre os sexos supera a de Portugal, atingindo os 26,9 por cento.
Com uma diferença salarial de 20 por cento ou mais surgem ainda a Estónia, República Checa, Chipre, Alemanha, Holanda e Finlândia, enquanto a Eslovénia se destaca pela positiva, com uma diferença salarial de apenas 6,9 por cento. A Bélgica, Grécia, Irlanda e Itália registam diferenças menores ou iguais a dez por cento.
Em média, na UE a 27 as mulheres ganhavam em 2007 menos 15,9 por cento que os homens em cargos semelhantes, contra 16,2 por cento em 2006.
As conclusões do relatório indicam que, desde 2001, a diferença salarial média nos países da UE a 15 tem vindo a esbater-se, passando de 20,4 por cento nesse ano para 19,2 por cento em 2002, 18,6 por cento em 2003, 17,4 por cento em 2004 e 18,1 por cento em 2005.
Contudo, essa tendência não é extensível a países como Portugal, onde as diferenças não só estão muito acima da média europeia como superaram quase todos os novos estados-membros.
Nos grupo dos dez novos estados-membros e nos recém-chegados Roménia e Bulgária, a diferença salarial média entre os sexos é de 17,8 por cento, 3,4 pontos percentuais mais alta do que a média da UE a 15.
Salários estaganados
A Eurofound analisa também a evolução salarial nos países da UE 27 e na Noruega, no período 2003-2007, dividindo os vários países em quatro grupos consoante os aumentos tenham sido «muito altos» (mais de 10%), «altos» (entre os 5 e os 10%), «médios» (entre os 3 e os 5%) e «baixos» (3% ou menos).
Portugal surge aqui integrado no último grupo, com os salários nominais a aumentarem abaixo dos três por cento, ao lado de Chipre, Malta, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália e Holanda.
Também em termos de salários reais, Portugal surge incluído no grupo dos países com baixos aumentos (abaixo de 1%), a par da Áustria, Dinamarca, França, Itália, Luxemburgo e Espanha.
No Chipre, Alemanha e Eslovénia a evolução dos salários reais foi nula ou negativa.
Com uma diferença salarial de 20 por cento ou mais surgem ainda a Estónia, República Checa, Chipre, Alemanha, Holanda e Finlândia, enquanto a Eslovénia se destaca pela positiva, com uma diferença salarial de apenas 6,9 por cento. A Bélgica, Grécia, Irlanda e Itália registam diferenças menores ou iguais a dez por cento.
Em média, na UE a 27 as mulheres ganhavam em 2007 menos 15,9 por cento que os homens em cargos semelhantes, contra 16,2 por cento em 2006.
As conclusões do relatório indicam que, desde 2001, a diferença salarial média nos países da UE a 15 tem vindo a esbater-se, passando de 20,4 por cento nesse ano para 19,2 por cento em 2002, 18,6 por cento em 2003, 17,4 por cento em 2004 e 18,1 por cento em 2005.
Contudo, essa tendência não é extensível a países como Portugal, onde as diferenças não só estão muito acima da média europeia como superaram quase todos os novos estados-membros.
Nos grupo dos dez novos estados-membros e nos recém-chegados Roménia e Bulgária, a diferença salarial média entre os sexos é de 17,8 por cento, 3,4 pontos percentuais mais alta do que a média da UE a 15.
Salários estaganados
A Eurofound analisa também a evolução salarial nos países da UE 27 e na Noruega, no período 2003-2007, dividindo os vários países em quatro grupos consoante os aumentos tenham sido «muito altos» (mais de 10%), «altos» (entre os 5 e os 10%), «médios» (entre os 3 e os 5%) e «baixos» (3% ou menos).
Portugal surge aqui integrado no último grupo, com os salários nominais a aumentarem abaixo dos três por cento, ao lado de Chipre, Malta, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália e Holanda.
Também em termos de salários reais, Portugal surge incluído no grupo dos países com baixos aumentos (abaixo de 1%), a par da Áustria, Dinamarca, França, Itália, Luxemburgo e Espanha.
No Chipre, Alemanha e Eslovénia a evolução dos salários reais foi nula ou negativa.