Universidade Moderna notificada a fechar portas
O Ministério da Ciência e do Ensino Superior notificou no dia 30 a Universidade Moderna e a Dinensino, empresa proprietária, da decisão de encerrar compulsivamente a instituição por falta de viabilidade económica e grave degradação pedagógica.
Invocada pela tutela, após averiguações conduzidas pela Inspecção-Geral do Ensino Superior, foi a inexistência de condições para garantir no plano económico e financeiro «a cobertura das despesas inerentes ao funcionamento da Universidade Moderna de Lisboa e dos cursos que a Dinensino mantém em funcionamento em Setúbal».
Os inspectores concluíram, «de forma inequívoca», que o estabelecimento de ensino estava a funcionar «em condições de grave degradação institucional e de instabilidade da entidade instituidora, afectando de forma directa, profunda e generalizada a normalidade institucional da Universidade Moderna» em Lisboa. Afectados por esta decisão são igualmente os cursos em funcionamento em Beja.
Invocada pela tutela, após averiguações conduzidas pela Inspecção-Geral do Ensino Superior, foi a inexistência de condições para garantir no plano económico e financeiro «a cobertura das despesas inerentes ao funcionamento da Universidade Moderna de Lisboa e dos cursos que a Dinensino mantém em funcionamento em Setúbal».
Os inspectores concluíram, «de forma inequívoca», que o estabelecimento de ensino estava a funcionar «em condições de grave degradação institucional e de instabilidade da entidade instituidora, afectando de forma directa, profunda e generalizada a normalidade institucional da Universidade Moderna» em Lisboa. Afectados por esta decisão são igualmente os cursos em funcionamento em Beja.