Atrocidades de Pinochet na UNESCO
Os arquivos do Chile sobre as violações dos direitos humanos durante a ditadura do general Augusto Pinochet foram integrados no fundo da UNESCO «Memória do Mundo», anunciou, sexta-feira, 29, o ministro da Educação chileno, Sergio Bitar.
«É um momento histórico que a memória dos direitos do Homem seja reconhecida como Património da Humanidade», declarou Sergio Bitar, comentando a decisão adoptada na Polónia por representantes da UNESCO (Agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).
Os documentos chilenos constituem «o primeiro registo na UNESCO sobre os direitos do Homem na América Latina», salientou o ministro.
Os arquivos contêm os antecedentes de cerca de 3 mil pessoas executadas ou desaparecidas durante os 17 anos da ditadura (1973-1990) e testemunhos sobre as torturas, os raptos e outras violações dos direitos do Homem.
Os elementos foram recolhidos sobretudo pela Igreja Católica, Comissão Chilena dos Direitos do Homem, Comité de Defesa do Povo (CODEPU) e a Fundação de Ajuda Social das Igrejas Cristãs (FASIC).
«É um momento histórico que a memória dos direitos do Homem seja reconhecida como Património da Humanidade», declarou Sergio Bitar, comentando a decisão adoptada na Polónia por representantes da UNESCO (Agência das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).
Os documentos chilenos constituem «o primeiro registo na UNESCO sobre os direitos do Homem na América Latina», salientou o ministro.
Os arquivos contêm os antecedentes de cerca de 3 mil pessoas executadas ou desaparecidas durante os 17 anos da ditadura (1973-1990) e testemunhos sobre as torturas, os raptos e outras violações dos direitos do Homem.
Os elementos foram recolhidos sobretudo pela Igreja Católica, Comissão Chilena dos Direitos do Homem, Comité de Defesa do Povo (CODEPU) e a Fundação de Ajuda Social das Igrejas Cristãs (FASIC).