Mineiros levaram protesto a Sócrates
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira criticou a fiscalização do Governo à exploração mineira e denunciou que, em Aljustrel, trabalham na extracção «muitos trabalhadores» sem vínculos à empresa concessionária e contratados por empreiteiros.
«Dos 900 trabalhadores da mina, não chega a uma centena o número de mineiros com vínculo contratual com a Pirites Alentejanas», alertou, segunda-feira, o STIM/CGTP-IN, numa carta aberta dirigida ao primeiro-ministro, entregue segunda-feira durante a visita de José Sócrates às minas de Aljustrel.
No documento, enviado à Lusa, o sindicato lamenta ainda que, apesar das suas «reclamações sobre insegurança e riscos para a saúde dos trabalhadores», o Governo, através da Autoridade para as Condições do Trabalho, «continue a não impor às empresas o cumprimento das normas de saúde e segurança previstas na legislação». «Este facto, a par das excessivas cargas horárias, repressão, vínculos contratuais precários, baixos salários e falta de formação profissional adequada, tem contribuído para o aumento do número de acidentes de trabalho e para a degradação da saúde dos trabalhadores», refere o STIM.
«Dos 900 trabalhadores da mina, não chega a uma centena o número de mineiros com vínculo contratual com a Pirites Alentejanas», alertou, segunda-feira, o STIM/CGTP-IN, numa carta aberta dirigida ao primeiro-ministro, entregue segunda-feira durante a visita de José Sócrates às minas de Aljustrel.
No documento, enviado à Lusa, o sindicato lamenta ainda que, apesar das suas «reclamações sobre insegurança e riscos para a saúde dos trabalhadores», o Governo, através da Autoridade para as Condições do Trabalho, «continue a não impor às empresas o cumprimento das normas de saúde e segurança previstas na legislação». «Este facto, a par das excessivas cargas horárias, repressão, vínculos contratuais precários, baixos salários e falta de formação profissional adequada, tem contribuído para o aumento do número de acidentes de trabalho e para a degradação da saúde dos trabalhadores», refere o STIM.