Em defesa do Lima
A associação ambientalista Movimento para a Defesa do Rio Lima (Molima) alertou, na semana passada, em comunicado, para as nefastas consequências da instalação de uma segunda unidade de produção de papel em Diocriste, Viana do Castelo.
Aproveitando a fase de consulta pública e a divulgação do estudo de impacto ambiental encomendado pela Gescartão, empresa controlada em partes iguais pelo grupo SONAE e pela espanhola EUROPAC, a Molima contestou as razões invocadas no documento, afirmando que a fábrica irá aumentar significativamente a captação de água proveniente do rio Lima, traduzindo-se «na diminuição da qualidade das águas captadas para abastecimento da cidade de Viana do Castelo».
Para além disso, afirma a Molima, a diminuição do caudal a jusante da zona de captação fará aumentar os níveis de salinidade, facto que afecta a fauna e flora do rio, e coloca «problemas na utilização dessa água na agricultura, nas actividades domésticas e económicas».
A associação teme ainda a degradação da qualidade da água do mar na zona balnear do norte do Minho devido às descargas de águas residuais potencialmente poluentes.
Aproveitando a fase de consulta pública e a divulgação do estudo de impacto ambiental encomendado pela Gescartão, empresa controlada em partes iguais pelo grupo SONAE e pela espanhola EUROPAC, a Molima contestou as razões invocadas no documento, afirmando que a fábrica irá aumentar significativamente a captação de água proveniente do rio Lima, traduzindo-se «na diminuição da qualidade das águas captadas para abastecimento da cidade de Viana do Castelo».
Para além disso, afirma a Molima, a diminuição do caudal a jusante da zona de captação fará aumentar os níveis de salinidade, facto que afecta a fauna e flora do rio, e coloca «problemas na utilização dessa água na agricultura, nas actividades domésticas e económicas».
A associação teme ainda a degradação da qualidade da água do mar na zona balnear do norte do Minho devido às descargas de águas residuais potencialmente poluentes.