Mancha negra
As sequelas provocadas pelo naufrágio do petroleiro Prestige ao largo da Galiza continuam a «dar à costa» permitindo, nove meses passados, (re)avaliar a dimensão da tragédia e revelar alguns dos seus responsáveis.
Segundo um relatório divulgado segunda-feira, pela Fundação Barrié de La Maza, os prejuízos ascendem a um montante superior a 7,5 mil milhões de dólares, entre perdas directas nas actividades económicas – essencialmente pesca, transformação de pescado e turismo - e custos de limpeza e descontaminação da costa.
Ainda segundo o mesmo documento, cerca de 60 por cento das 70000 toneladas contidas nos porões do navio terão já sido libertadas, estimativa que tende a aumentar, uma vez que continuam a registrar-se fugas na ordem da tonelada diária.
No último mês e meio foram recolhidos, na costa nordeste de Espanha e sudoeste de França, três mil quilos de crude proveniente do Prestige, obrigando à interdição de 135 praias.
Segundo um relatório divulgado segunda-feira, pela Fundação Barrié de La Maza, os prejuízos ascendem a um montante superior a 7,5 mil milhões de dólares, entre perdas directas nas actividades económicas – essencialmente pesca, transformação de pescado e turismo - e custos de limpeza e descontaminação da costa.
Ainda segundo o mesmo documento, cerca de 60 por cento das 70000 toneladas contidas nos porões do navio terão já sido libertadas, estimativa que tende a aumentar, uma vez que continuam a registrar-se fugas na ordem da tonelada diária.
No último mês e meio foram recolhidos, na costa nordeste de Espanha e sudoeste de França, três mil quilos de crude proveniente do Prestige, obrigando à interdição de 135 praias.